Arquivo da categoria ‘Windows – Dicas e Tutoriais’

Entre os sistemas operacionais lançados pela Microsoft, o Windows 7 se destaca não só pelo desempenho aprimorado, mas também por oferecer diversas opções de personalização para o usuário. Apesar dessa liberdade, nem todos os aspectos do sistema operacional podem ser modificados livremente, seja por questões de segurança ou para manter a identidade do programa.

Claro é por esse Motivo e muitos e muitos e muitos outros , é que eu prefiro usar o Linux , rapido pratico e sem bla bla bla…

Mesmo assim o Ruindows não é tão ruim assim (a nivel de usuario sem permissões no sistema)

Neste artigo, ensinamos como burlar algumas das restrições impostas e modificar livremente a tela de login do Windows 7. Assim, toda vez que o computador iniciar suas atividades, será possível conferir imagens, cores e animações totalmente únicas e que fogem ao padrão estabelecido pela Microsoft.

Para tanto, basta possuir o Windows 7 Boot Updater, software totalmente gratuito e que dispensa qualquer espécie de instalação. Confira abaixo o passo a passo informando como usá-lo corretamente, e, após a leitura, deixe sua opinião em nossa seção de comentários.

Pré-requisitos

– Windows 7 Boot Updater

Backup das configurações originais

1) O primeiro passo para usar corretamente o Windows 7 Boot Updater é selecionar a linguagem dos menus do programa (como padrão, o alemão é utilizado). Para isso, clique em “Sprache” e escolha a tradução desejada – neste artigo, usamos a versão em inglês do software;

2) Antes de iniciar as modificações, selecione a opção “File” e em seguida selecione a opção “Save boot skin as…”. Essa ação vai criar um backup da tela de login padrão do Windows 7, permitindo a restauração das configurações originais do sistema operacional em caso do problemas. Certifique-se de guardar o arquivo gerado em uma pasta segura do computador para evitar problemas futuros.

Novo visual para o sistema operacional

O Windows 7 Boot Updater permite mudar tanto a imagem de boot normal (“Booting”) quanto aquela que é exibida caso a máquina seja deixada em repouso (“Resuming”). Em ambos os casos, o processo de configuração é exatamente o mesmo e se aplicam todas as etapas de configuração listadas abaixo.

A primeira característica que pode ser modificada pelo software é a substituição do logo do Windows 7 que aparece durante o processo de boot da máquina:

1) Caso queira usar uma imagem estática, no campo “Animation” selecione a opção “Static Image”. Em seguida, basta selecionar uma foto ou ilustração qualquer presente no computador e abri-la para conferir o resultado;

2) Já aqueles que preferem usar animações devem selecionar a opção “Animation”. Nesse caso, é possível usar uma animação pronta no formato de um BMP longo com 200×21000 pixels ou então montar sua própria animação.

No segundo caso, será preciso possuir uma pasta com 105 arquivos nos formatos BMP, GIF, PNG ou TIF com tamanho de 200×200 pixels, cada uma correspondente a um quadro de animação. Os documentos são exibidos em ordem alfabética, portanto procure nomeá-los em sequência para evitar qualquer tipo de problema.

Elementos do plano de fundo

Há duas formas de usar o Windows 7 Boot Updater: uma delas mantém as características padrões do sistema operacional, combinando imagens e textos, enquanto a outra usa uma imagem selecionada pelo usuário como forma de enfeitar o plano de fundo.

Confira abaixo como usar cada um dos métodos para modificar as características do sistema operacional:

Imagem como plano de fundo

1) Selecione a aba “Boot” e, no campo “Method”, clique sobre a opção “Complete”;

2) Clique em “Select Background Image” e, na janela que surge, selecione a imagem que será usada como plano de fundo. Para que ela se adeque corretamente, certifique-se de que o arquivo possui a dimensão 1024×768;

3) Finalizado o processo, clique em “Fullscreen” para conferir o resultado em tela cheia (para sair do modo, basta apertar a tecla Esc);

4) Caso tudo esteja correto, clique em “Apply” para que as mudanças sejam aplicadas ao sistema operacional.

Mantendo as características clássicas

1) Selecione a aba “Boot” e, no campo “Method”, deixe marcada a opção “Simple”;

2) Em “Background”, é possível selecionar a cor que terá destaque durante a inicialização do sistema operacional;

3) No campo “Messages”, deve-se selecionar o número de mensagens exibidas na tela de boot, processo realizado na opção “Count”. Em “Background”, o usuário seleciona a cor de fundo exibida atrás dos textos selecionados;

4) Nas abas “Message 1” e “Message 2”, você pode configurar as mensagens exibidas durante o boot do sistema operacional. Em “Text” deve-se editar o texto exibido, “Font color” modifica a cor em que ela é exibida, “Position” ajusta o posicionamento da mensagem, enquanto “Font Size” controla o tamanho do texto;

5) Finalizado o processo, clique em “Play” para verificar uma prévia do resultado;

6) Caso tudo esteja correto, selecione a opção “Apply” e aguarde alguns momentos enquanto as modificações são realizadas.

7) Pronto, agora basta reiniciar a máquina para conferir todas as mudanças realizadas. Lembre-se de que é sempre bom manter um backup das configurações originais do sistema operacional para evitar qualquer problema causado pelo uso de imagens que não se adaptam bem às modificações realizadas pelo software.

Em geral, os usuários comuns já têm tudo o que precisam à mão quando querem modificar algumas configurações no Mozilla Firefox.  A janela de opções do navegador conta com praticamente todas as utilidades do dia a dia, integrando alterações de conteúdo, privacidade, segurança e acessibilidade.

Porém, para quem quer personalizar cada etapa da navegação, as preferências básicas podem acabar deixando a desejar.  Mas o que alguns não sabem é que o Firefox “esconde” um verdadeiro canivete suíço, capaz de alterar várias definições avançadas e customizar todo o programa.

Aqui há dragões!

Para entrar nas definições extras do Firefox, você deve digitar about:config na barra de endereços. Em seguida, uma mensagem de alerta aparece ocupando metade da tela.

Obs: a screen capturada é do Firefox 4. A mensagem pode variar de acordo com a versão do browser.

Só por curiosidade: “HIC SUNT DRACONES” é uma expressão do latim que significa “Aqui há dragões”. Ela foi muito usada em mapas medievais para sinalizar áreas perigosas e desconhecidas pelos europeus até então.  No entanto, com as dicas da nossa equipe, não há com o que se preocupar. É só clicar em “Serei cuidadoso, prometo!” e se preparar para “matar” os dragões.

A longa lista de comandos exibida parece, a princípio, assustadora para usuários que não estão habituados com linhas de programação. Para tudo dar certo, é só seguir as instruções abaixo e ficar atento ao que for alterado.

 (Fonte da imagem: WebDesignBooth)Lembre-se de que toda configuração modificada aparece em negrito e pode ser restaurada para o padrão, além de não ser preciso reiniciar o navegador para elas surtirem efeito.

Não aconselhamos aos usuários iniciantes que troquem funções sem tomar conhecimento do que elas fazem.

Abaixo listamos algumas das modificações mais úteis para turbinar o seu Firefox — ou apenas deixá-lo do jeito que você gosta.

Para encontrar mais rápido os termos, copie-os e cole-os na opção “Localizar” presente na janela do about:config. Depois, basta clicar duas vezes em cima da função para alterá-la.

Configurações avançadas.

Miniaturas de todas as abas ativas no Firefox

  • Função: browser.taskbar.previews.enable
  • Valor: true

Por padrão, a superbar do Windows 7 só apresenta miniaturas das janelas principais do Firefox, excluindo as abas — algo diferente do que acontece em programas como o Skype e Windows Live Messenger, onde cada janela de conversa ou configuração também aparece na visualização quando você passa o mouse.

Com essa alteração, todas as abas de todas as janelas aparecerão em forma de miniatura. Ao posicionar o mouse e percorrer por elas, mesmo com o Firefox minimizado, a pré-visualização também é mostrada em tamanho real, agilizando o caminho até a página certa.

Detalhe das miniaturas.

Alerta: essa função é muito útil, mas pode pesar um pouco mais no sistema e incomodar. Imagine que, se você trabalha com 20 abas, toda vez que passar o mouse por ali, a pré-visualização mostrará 20 miniaturas.

Escolher como e onde fica o botão de fechar abas

  • Função: browser.tabs.closeButtons
  • Valores: 0, 1, 2 ou 3
  • 0 = botão fechar apenas na aba ativa.
  • 1 = botão fechar em todas as abas (padrão).
  • 2 = sem botão fechar (fecham-se as abas apenas utilizando o botão direito)
  • 3 = botão fechar localizado no final da fila das abas.

Essa opção trabalha com o “x” de fechar presente nas abas do navegador. Para quem sempre desliza o mouse e fecha uma aba sem querer, a opção “0”, que imita as antigas versões do Firefox, pode ser uma ótima escolha.

O modo mais clássico, sem o “x”, é interessante para jogadores de games em redes sociais — já que assim não se corre o risco de sair do Facebook ou Orkut por descuido. Ainda há uma alternativa nova, que desloca o botão fechar das abas para a direita, perto dos controles principais da janela do programa.

Detalhe da opção 3, com o botão fechar somente à direita.

Resultados da caixa de busca exibidos em uma nova aba

  • Função: browser.search.openintab
  • Valor: true

É uma função particularmente útil, pois evita alguns inconvenientes. Quando você realiza uma pesquisa através da caixa de buscas do Firefox (à direita, na mesma linha da barra de endereços), o resultado é carregado na aba ativa. A partir dessa mudança, as próximas pesquisas aparecerão automaticamente em uma nova aba.

Acelerar o Mozilla Firefox

Existe uma série de truques para melhorar o desempenho do Firefox. As cinco modificações abaixo podem potencializar o carregamento de várias páginas ao mesmo tempo e aperfeiçoar a performance do navegador em jogos (Flash, Java etc.) e downloads.

Alertamos que tais configurações podem prejudicar o andamento geral do sistema (de acordo com o seu processador e sua memória RAM) e também se apropriar de banda extra em uma rede, afetando os demais computadores conectados a ela.

Acelerando o Firefox.

  • Função: network.http.pipelining
  • Valor: True
  • Função: network.http.proxy.pipelining
  • Valor: True
  • Função: network.http.pipelining.maxrequests
  • Valor: 8
  • Função: network.http.max-connections
  • Valor: 96
  • Função: network.http.max-connections-per-server
  • Valor: 32

Botão do meio do mouse = Ctrl + V

  • Função: middlemouse.paste
  • Valor: true

Nessa alteração, o botão do meio do mouse exerce a função do “Ctrl + V”. Ou seja, basta você pressioná-lo em qualquer parte do navegador que o conteúdo copiado ou recortado será colado. É importante frisar que essa função não exclui a propriedade padrão de rolagem de tela (aquela acionada com a roldana do botão central do mouse).

Instalar extensões sem ter que esperar

  • Função: security.dialog_enable_delay
  • Valor: 0

Uma função inconveniente (e até carente de sentido) é o tempo de espera que aparece quando você quer instalar uma nova extensão (add-on). Felizmente, essa opção pode ser desabilitada. Busque a função acima, dê dois cliques e modifique-a para zero.

Nada mais de espera.

Reabilitar a função “Salvar e sair”

  • Função: browser.showquitwarning
  • Valor: true

Para a tristeza de muitos, a clássica opção que salva todas as abas antes de fechar o navegador acabou ficando fora da versão 4 do Firefox.  Só quem viveu sabe o transtorno que é perder o conteúdo de dez ou mais abas de uma vez só. Pois bem, chega de drama: basta alterar a definição para o Firefox não o deixar mais na mão.

Tem certeza?

Você tem uma mensagem não lida

Agora vai uma brincadeirinha para descontrair: digite “about:robots” na barra de endereços do Firefox e veja o que aparece. Gort! Klaatu barada nikto! — depois de mexer em todas essas opções avançadas você não vai ter medo de um robozinho, vai?

Trata-se apenas de um easter egg (ovo de Páscoa), que nada mais é do que uma espécie de surpresa escondida pelos desenvolvedores do programa. Uma lista com vários easters eggs do Firefox e de outros programas famosos pode ser conferida aqui.

Existem, também, outras maneiras de se aproveitar a interface e os comandos do Firefox.

Será que eles vão dominar o mundo?

Depois de ler tudo isso, você provavelmente pode estar pensando “tudo bem, já que algumas modificações são legais, por que eles não liberam essas configurações através de uma interface gráfica?”.

Realmente, seria muito mais fácil acessar esses comandos através de menus e caixas. Claro que, como explicado e evidenciado pela mensagem inicial de acesso, certas escolhas podem comprometer a estabilidade do navegador.  Mas será que um ponto de restauração ou um botão “restaurar padrões” não resolveria?

Enquanto isso não acontece, aproveite este tutorial para incrementar sua experiência online com o Firefox. E, se você souber de mais dicas secretas do programa, não hesite e conte para gente nos comentários abaixo.

Sua lista de contatos do Outlook Express nada mais é que um arquivo de banco de dados, mais especificamente um banco de dados elementar criado pelo próprio Windows.
A extensão deste arquivo é .Wab (de “Windows Adress Book”, ou catálogo de endereços de Windows).
Para não perder seus endereços no caso de reformatar o disco rígido e reinstalar o sistema operacional, todo o necessário é copiar este arquivo em um meio removível (disquete, CD gravável, pen-drive ou seja lá o que for que você use para copiar os arquivos de dados que deseja preservar) e restaurá-lo (recopiá-lo para) o devido local após instalado o sistema.
O maior problema é descobrir estes locais.
Mas isso é tarefa mais simples do que parece: carregue o Outlook Express, abra o Catálogo de Endereços (clique no ícone correspondente da barra de ferramentas ou na entrada “Catálogo de endereços” do menu “Ferramentas” ou simplesmente recorra á combinação de teclas “Ctrl+Shift+B”) e, na janela do próprio Catálogo de Endereços, clique na entrada “Sobre o Catálogo de Endereços” do menu “Ajuda”.
Isto abrirá uma janela com a versão do programa e, em baixo, com o caminho completo do arquivo que você deseja (provavelmente algo parecido com:
“C:\Documents and Settings\[suaid]\Dados de aplicativos\Microsoft\Address Book\[suaid].wab”, onde [suaid] é sua identidade de usuário).
Copie o arquivo e guarde-o.
Reinstale tudo, repita o procedimento para descobrir onde o Outlook Express guardou o novo arquivo criado durante a instalação e o substitua pela cópia de segurança. É o suficiente. Bom proveito.
Backup das mensagens do Outlook 2000/XP/2003
Já se você usa o Windows NT, 2000 ou XP, vá em C:Documents and Settings%user%Configurações locaisDados de aplicativosIdentities{%clsid%}MicrosoftOutlook Express. Copie todos os arquivos .dbx encontrados para o backup
Recuperando o backup do Outlook 2000/XP/2003
Para recuperar o backup efetuado, abra o Outlook, vá em Arquivo, Importar e exportar, selecionar Importar de outro programa ou arquivo, Avançar, selecione Personal folder file (.pst), Avançar, clique em Procurar e selecione o arquivo de backup, clique em Avançar para recuperar o backup.

Backup das mensagens do Outlook 2007
F:\Users\USUARIO\AppData\Local\Microsoft\Outlook

Quando a máquina não consegue “localizar” o sistema operacional, é exibido uma mensagem:
“FALTA NTLDR PRESSIONE CTRL+ALT+DEL PARA REINICIAR”.
As vezes podemos resolver este problema com um simples comando.
O comando bootcfg /rebuild detecta a existência de instalações do Windows NT, Windows 2000 ou Windows XP nos discos rígidos, em seguida apresenta os resultados.
O usuário adiciona as instalações do Windows detectadas.Inicie seu computador com o CD do Windows XP dentro do drive.
Aguarde carregar os drivers e selecione a opção R (para REPARAR)
Quando estiver no prompt de comando (igual do DOS, C:\>) digite: bootcfg /rebuild
selecione a instalação encontrada e pressione enter.

Quando o assunto é Ruindows vs Linux , é tópico para anos e anos de discussão…
O que percebo é que as pessoas tem medo de sair de algo velho e manjado , para migar em algo novo , e diferente…
A maioria das desculpinhas dos User Ruindows , é que não tem programas suficientes a serem Instalados , ou até mesmo jogos..

Venho lhe apresentar uma ferramenta que muitos usuarios Linux usam quando se deperam com este tipo de caso..

Wine

Instalando wine 1.3

Adicione o repositório do wine, abra o Terminal e Digite:
sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppaAtualize os repositórios:
sudo apt-get updateInstale o Wine 1.3
sudo apt-get install wine1.3

E pronto , automaticamente o wine será instalado.

$ winecfg

Dentro do painel de configuração, clique em “Drives > Autodect”. Isso faz o winecfg criar a configuração que permite que os programas Windows acessem arquivos dentro do seu diretório home e em outras pastas do sistema.

O diretório home é geralmente visto dentro dos programas Windows com o drive “H:” e o diretório raiz aparece como o drive “Z:”, mas você pode personalizar a lista, ativando apenas os diretórios que quiser que os aplicativos dentro do Wine possam acessar. A única pasta obrigatória é a pasta “.wine/drive_c” dentro do home, que é vista pelos aplicativos como o C:\.

É importante ter um pouco de cautela ao compartilhar os diretórios, pois assim como roda aplicativos, o Wine é também capaz de rodar muitos vírus, que podem contaminar arquivos dentro das pastas, ou até mesmo deletá-los, assim como faria em uma máquina Windows.

Para os mais precavidos, uma dica é usar um login separado para executar os aplicativos, isolando os aplicativos Windows potencialmente perigosos da sua conta principal. Para isso, você precisa apenas criar a conta usando o “adduser” e usar o “sux” para chavear para ela, como em:

$ sux wine

Qualquer programa executado usando este usuário separado poderá no máximo modificar arquivos dentro do home dele, sem risco para seus arquivos.

Continuando, na aba “Applications” você pode escolher qual versão do Windows será simulada. A maior parte dos programas roda melhor emulando o Windows 2000 ou o Windows XP, mas existem casos de aplicativos antigos, que rodam melhor simulando o Windows 98. Além da configuração global, é possível criar exceções para aplicativos específicos, usando o botão “Adicionar aplicação”:

wine_html_1ff0c660

Depois de salvar a configuração no winecfg, o Wine já estará pronto para uso. A forma tradicional de executar aplicativos dentro do Wine é chamá-los via terminal (sempre usando seu login de usuário), como em:

$ wine ps55.exe

Entretanto, na maioria das distribuições atuais os arquivos “.exe” (entre outras extensões do Windows) já estão associadas com o Wine, o que permite que você simplesmente clique nos arquivos dentro do gerenciador de arquivos.

No caso dos aplicativos .MSI (os aplicativos empacotados usando o Windows Installer), você pode usar o msiexec, mais um pequeno utilitário do Wine, que permite executá-los diretamente, sem que você precise instalar primeiro o instalador da Microsoft e fazer algum malabarismo para fazê-lo funcionar dentro do Wine. Para instalar um programa, basta chamar o msiexec, seguido pelo parâmetro “/i” e o nome do arquivo, como em:

$ msiexec /i /home/gdh/msxml6.msi

Todos os aplicativos são instalados dentro da pasta “.wine/drive_c” dentro do home, respeitando a estrutura de diretórios do Windows. O Wine monitora a instalação de aplicativos e adiciona os ícones no iniciar (ou no desktop, de acordo com as opções do instalador) automaticamente na maioria dos casos, mas, em casos em que o sistema falha, você pode executar o aplicativo manualmente, acessando a pasta de instalação e clicando sobre o executável:

wine_html_492d5c0f

Também funciona se você executar o aplicativo via terminal, mas nesse caso você precisaria especificar o caminho completo (adicionando barras invertidas antes dos espaços, como em:

$ wine ~/.wine/dosdevices/c:/Arquivos\ de\ programas/Adobe/Photoshop\
5.5/Photoshp.exe

Como todos os aplicativos e as configurações ficam instalados dentro da pasta “.wine”, é fácil se livrar de uma instalação do Wine com problemas: basta remover a pasta e começar de novo.

Aplicativos bem suportados (como os das categorias Gold e Platinum do http://appdb.winehq.org) devem instalar diretamente, enquanto aplicativos mais problemáticos costumam exigir passos adicionais, como instalar outros componentes, copiar DLLs do Windows ou inserir chaves no registro manualmente.

Em geral, o nível de compatibilidade desses aplicativos melhora gradualmente com o lançamento de novas versões do Wine, um processo gradual que muitas vezes demora anos. Este é um dos motivos de, em geral, aplicativos mais antigos serem os mais bem suportados.

wine_html_64821f681

Antigamente, se recomendava instalar o “dcom98”, uma atualização da Microsoft para o Windows 98 que, quando executado dentro do Wine, instalava alguns componentes e bibliotecas adicionais, melhorando a compatibilidade com alguns aplicativos. Entretanto, ele é desnecessário nas versões atuais. Entretanto, existem muitos outros componentes que ainda são úteis.

O Wine possui também uma ferramenta para remover programas instalados, o “uninstaller”, que substituiu o “Adicionar/Remover” do Windows. Basta chamá-lo diretamente via terminal, assim como o winecfg:

$ uninstaller

Outra dica é que o Wine é capaz também de acessar impressoras instaladas através do Cups automaticamente, permitindo que os aplicativos imprimam sem necessidade de drivers adicionais. Em outras palavras, desde que a impressora seja reconhecida pelo sistema, você não terá grandes problemas em utilizá-la dentro do Office 2003 instalado dentro do Wine, por exemplo.

Nas versões recentes, você pode também instalar fontes do Windows, simplesmente copiando os arquivos para dentro da pasta “.wine/drive_c/windows/Fonts/”. As fontes são um fator importante para a compatibilidade, já que muitos aplicativos não rodam se pelo menos as fontes básicas (Times, Arial, Verdana, etc.) não estiverem disponíveis.

Concluindo, embora seja mais relacionado com a execução de aplicativos 2D e programas de escritório, o Wine possui também uma implementação funcional do Direct3D, que permite rodar muitos jogos 3D, incluindo o World of Warcraft, Call of Duty 4, Counter-Strike e uma longa lista:

war

Para rodar os jogos 3D no Linux, a melhor opção é utilizar uma placa relativamente recente da nVidia. Alguns jogos rodam no Linux sem uma grande perda de desempenho, mas na maioria você tem uma perda de 20 a 40% no FPS, que precisa ser compensado com a desativação de alguns efeitos visuais ou por um pouco mais de força bruta na potência da placa de vídeo e do processador.

As placas da ATI não são muito indicadas, devido aos intermináveis problemas com os drivers e ao baixo desempenho das versões do Catalyst para o Linux em relação ao do das versões Windows. Os chipsets da Intel são bem suportados (em quase todas as distribuições atuais, o suporte a 3D é configurado automaticamente, graças aos drivers open-source incluídos no X.org), mas como o desempenho dos chipsets integrados é relativamente baixo, eles acabam servindo apenas para rodar os jogos mais simples.

Uma observação importante é que o Wine não inclui suporte aos sistemas anti-cópia usados em muitos jogos, por isso muitos títulos (instalados a partir dos CDs originais) se recusam a rodar depois de instalados, reclamando que não foi possível encontrar a mídia, ou que o CD não é autêntico. Nesses casos, é necessário baixar um “no-cd patch” (ou seja, um crack para que o jogo deixe de verificar o CD) e também instalá-lo dentro do Wine. Um exemplo de site especializado em patches e modificações é o megagames.com.

Outra dica é que, em muitos casos, você elimina a necessidade de instalar o patch simplesmente montando o CD-ROM com a opção “-o unhide”, que faz com que o sistema exiba os arquivos ocultos usados por muitos sistemas anti-cópia, fazendo com que eles passem a funcionar dentro do Wine. Para isso, basta desmontar o CD-ROM e montá-lo manualmente incluindo a opção, como em:

# umount /media/cdrom
# mount -o unhide /dev/cdrom /media/cdrom

Pacotes DLL , e Pré- Requisitos Windows:

Além do Ruindows ser um saco para reconfigura-lo , por muitas vezes é necessario instalar uma porrada de Pré-requisitos como Framework , flash , java , entre outros…

Para isso use Wine Tricks

O download é facilmente encontrado na internet, bastando torná-lo um executável e movê-lo para um diretório de seu PATH, assim.

Baixe o arquivo para sua máquina usando o terminal.
Dê permissão de execussão.
sudo chmod +x winetricks
Copie o wine para o diretório /bin
sudo cp winetricks /bin
Execute o winetricks.
sudo winetricks
Pronto, você pode instalar vários requisitos para rodar aplicativos windows.
Obs.:
No Ubuntu deve ser instalado o pacote “zenity”, que permite exibir caixas de diálogos em GTK+ a partir de shell scripts. Para saber o que falta em sua distro, execute-o no terminal para ver a(s) mensagem(ns) de erro(s) que possam aparecer.Veja abaixo o programeto em questão instalando o flash player:

Linux: Winetricks - turbinando seu wine sem dores de cabeçaLinux: Winetricks - turbinando seu wine sem dores de cabeçaLinux: Winetricks - turbinando seu wine sem dores de cabeça
Depois deste maravilhoso programa ,não instalo o wine sem ele…

PlayONLinux – Use aplicações e jogos Windows no Linux.

PlayOnLinux é uma aplicação que roda sobre o Wine onde é possível adicionar programas do Windows com facilidade.

O programa verifica e instala os complementos necessários para o usuário instalar aplicações, basta apenas alguns cliques e seus programas e jogos estarão rodando no Linux.

Aplicações e jogos do Windows no Linux

Novidades desta versão

  • Atualização de scripts para criação de atalhos
  • Correção do Bug#58
  • Algumas melhorias e correção de alguns Bugs
Aplicações e jogos do Windows no Linux
O programa realmente surpreende pela facilidade e eficiência, baixe e confira.
Download para Ubuntu, Debian e derivadas: PlayOnLinux.deb
Download para outras distribuições: PlayOnLinux
Se deseja Saber mais sobre jogos no Wine veja esse outro artigo: