Arquivo da categoria ‘Linux – Dicas e Tutoriais’

O Q4Wine é uma aplicação muito interessante que veio para facilitar ainda mais a vida dos usuários de Linux. Trata-se de um assistente para o Wine. Além de reunir várias informações sobre os aplicativos que estão sendo executados, o programa também permite encerrar cada processo do Wine separadamente.

Com uma interface bem simples e em português, o Q4Wine mostra que veio para conquistar aqueles que utilizam o sistema operacional do pinguim, mas ainda dependem de algumas aplicações que só rodam em Windows.

Interface e opções

O Q4Wine apresenta uma interface bem amigável e didática, além de muito prática. O usuário conta com a ajuda de um sistema de abas empregado na organização das funcionalidades da aplicação. Além de deixar a tela mais organizada, fica bem mais simples encontrar as funções do programa.

Tela de processos em execução

Cada uma destas abas possui um conjunto de botões característico, que permitem o fácil acesso às funções do Q4Wine. Abrindo a guia “Pocessos” (Processos), por exemplo, o usuário tem acesso à todos os processos que estão sendo executados dentro do Wine.

Na guia “Programas”, por sua vez, é possível encontrar um atalho para todos os programas que foram instalados dentro do Wine. O mais legal do Q4Wine é que ele permite a personalização de ícones e até mesmo do nome que o atalho terá.

Personalizando o ícone

Como utilizar

O funcionamento do Q4Wine é bem simples e tudo pode ser facilmente acessado com o clique do mouse. Há duas maneiras de simular um aplicativo por meio dele. A primeira é clicando com o botão direito do mouse sobre o arquivo EXE (ou MSI) baixado e escolher a opção “Abrir com Q4Wine”. A segunda forma é clicando no menu “Arquivo” e escolhendo a opção “Executar programa”.

Independente da maneira que você escolher, a tela de configuração da aplicação será exibida. Nela você pode configurar e personalizar o ícone dos atalhos e também a localização do executável. Outra opção bacana que o Q4Wine traz é a possibilidade de simular a aplicação em um desktop virtual do tamanho que o usuário desejar.

Aplicativo sendo simulado

Versões DEB

Em sua página na internet, o desenvolvedor disponibiliza versões do aplicativo em pacotes do tipo DEB. Embora não sejam os pacotes oficiais, criados pelo próprio John Brezerk, ele afirma que são confiáveis e podem ser utilizados sem problemas

O belo visual do Mac OS X vai deixar os computadores da Apple e invadir o seu Ubuntu com este ótimo tema para Linux. Interface, ícones, fontes, Papel de parede e efeitos especiais. O pacote é o mais completo possível, tudo para uma transformação radical na aparência do seu computador.

Dentre as diversas vantagens que o Macbuntu tem com relação aos demais temas do gênero é o fato de o usuário não ter que se preocupar com configurações e outros aplicativos. Isso porque o tema já traz tudo o que é necessário para modificar cada canto do sistema operacional do pinguim. Preparado? Então, que comece a mágica!

Fontes, ícones, efeitos…

Diferente da maioria dos temas, o Macbuntu não modifica apenas os botões e cores das janelas do sistema. A transformação é radical, modificando desde a tela de login até os efeitos visuais e painéis da Área de trabalho. Confira abaixo os principais itens presentes neste pacotão de novidades.

Genie Effect

A Dock

Já que é para modificar a interface, que seja para valer. Instalando o Macbuntu, os painéis da Área de trabalho do Ubuntu são substituídos pela famosa Dock, marca registrada do sistema operacional da Apple. O legal é que o sistema para adicionar e remover um item da dock é o mesmo do Mac OS X, assim como os efeitos e ícones exibidos.

Dock com todas as opçõesBarra de menu

Embora não represente um grande impacto no visual, a Barra de menu superior do sistema passa a exercer uma tarefa diferente com a instalação do Macbuntu. Isso porque as opções exibidas nela são modificadas de acordo com o aplicativo em execução selecionado. Através dela o usuário pode executar diversas tarefas.

Ícones, fontes e ponteiro

Praticamente todos os ícones exibidos nos aplicativos são modificados para o padrão do Mac OS X. Além disso, novas fontes são instaladas aplicadas a fim de tornar a leitura e o acesso às opções mais fácil. O Macbuntu não deixou nem o ponteiro do mouse de fora, já que o cursor também ganha um novo visual.

Efeitos especiais

Certamente, o que mais chama atenção com o Macbuntu são os efeitos aplicados às janelas e opções do sistema. O chamado Genie Effect, característica do Mac OS X, marca sua presença entre as modificações promovidas no visual do Ubuntu.

Além disso, o efeito cubo também pode ser visto ao utilizar o atalho do teclado para alternar entre as janelas abertas. Para completar o time, o Expose All Windows também pode ser visto no Macbuntu.

Efeito cubo

Como instalar

Temos duas maneiras para realizar a instalação , são muito , mas muito faceis

1º Forma de instalação do tema MacUbuntu para 10.04 e 10.10

Para Ubuntu 10.04, abra o terminal (Aplicativos – Acessórios – Terminal) e digite os seguintes comandos:

Para Ubuntu 10.04
1
2
3
4
tar xzvf /tmp/Macbuntu-10.04.tar.gz -C /tmp
cd /tmp/Macbuntu-10.04/
./install.sh

Já para Ubuntu 10.10, digite:

1
2
3
4
tar xzvf /tmp/Macbuntu-10.10.tar.gz -C /tmp
cd /tmp/Macbuntu-10.10/
./install.sh

Nota: Na instalação, o aplicativo faz várias perguntas, você pode optar por modificar algumas funções ou deixar de instalar alguns aplicativos, portanto, mantenha atenção na instalação.

Para desinstalar basta:
Dica:Para desinstalar, modifique o comando

Mudar
1
./install.sh

para

1
./uninstall.sh

2º Forma de instalação do tema MacUbuntu para 10.04 e 10.10

Acesse o Link a Seguir:

Para Ubuntu 10.04 , faça o download apartir do link a seguir:

Macubuntu 10.04

Para Ubuntu 10.10

MacUbuntu 10.10

Escolha o local onde seja salvar

1 – Após o Download , vá até o local onde foi salvo , e extraia a pasta.

2 – Dentro da pasta extraida , existe um arquivo chamado install.sh , execute-o em um terminal (clicando sobre ele e selecionando para executar em um terinal)

Instalando o Macbuntu 11.04

3 – Pode ser que ele peça as permissões de root.

4 – Preste atenção nas peguntas que ele faz , e ja era , após a conclusão reinicie o pc…

5 – Para desinstalar , ao invés de executar o arquivo install.sh , use o uninstall.sh

Para ubuntu 11.04

Primeiramente , devemos iniciar o pc no ubuntu 11.04 em modo classico (ou seja sem o unity):

Iniciando Ubuntu 11.04 em modo Classico

1 – Ligue o computador com o Ubuntu 11.04;

2 – Quando aparecer a tela para fazer logon, clique no nome de seu usuário e perceba as opções que aparecem abaixo, bem na parte inferior da tela;

3 – Onde está escrito “Ubuntu desktop Edition”, modifique para “Ubuntu Classic Desktop”;

4 – Faça logon normalmente e pronto, ja estamos no ubuntu 11.04 em modo classico

Instalando MacUbuntu 11.04 :

Bem, agora que você iniciou o sistema em modo clássico, baixe o Macbuntu para seu computador, segue o link do download:

Mirror1:Macbuntu 11.04  Download

Mirror:2MacUbuntu 11.04 Download

Feito isso, vamos iniciar a instalação no passo-a-passo abaixo:

1 – Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo Macbuntu.tar.gz e escolha a opção “Extrair aqui“, isso fará com que apareça uma nova pasta no local onde você está extraindo o tema, chamada Macbuntu;

2 – Dê dois cliques com o mouse sobre o arquivo “install.sh” e escolha a opção “Executar em terminal“;

Instalando o Macbuntu 11.04

3 – Agora o próprio instalador do tema irá perguntar algumas coisas para você, em caso de dúvidas, pressione a tecla “Y” (YES) do seu teclado para confirmar;

4 – Em algum ponto da instalação, será necessário digitar a senha do “root” do seu Ubuntu, caso não tenha configurado ainda, siga este tutorial e atualize a senha, em seguida digite a senha para obter privilégios administrativos no seu Ubuntu.

5 – No demais, basta ir marcando a Opção “Y” (YES) e/ou pressionando “Enter”;

Nota:  Dependendo das opções escolhidas, o seu tema poderá um pouco diferente, ou poderá baixar pacotes da Internet. Tenha em mente, que a demora na instalação, dependerá da sua conexão com a Internet.

6 – Terminada a instalação, o seu computador será reiniciado, e terá a cara do Mac OS X.

MacBuntuMacBuntuMacBuntuMacBuntu - Leopard

Sistema Operacional MacUbuntu 11.04

Você podetambém , baixar a iso e instalar a versão MacUbuntu modificada , sem ter que instalar nada:

Sistema Operacional – MacUbuntu 11.04 – Iso

Gostou , divulgue sua opinião…

Vlw galera e até +.

Para atualizar da versão corrente para a versão mais nova estável, a 5 no Ubuntu Lucid, Maverick e Natty (na versão Natty uma atualização simples levará ao Firefox 5) . Abra o Terminal:

Aplicativos –> Acessórios –> Terminal

E digite para a versão mais nova:

$ sudo add-apt-repository ppa:mozillateam/firefox-stable

Isso irá adicionar o PPA de atualização Mozilla para a versão mais nova. Agora é só atualizar os repositórios e os pacotes:

$ sudo apt-get update && sudo apt-get  dist-upgrade -y

Observação: o PPA acima, atualizará sempre para a versão mais nova e estável, mas se houver alguma versão em desenvolvimento, deve ser usado o PPA abaixo:

$ ppa:ubuntu-mozilla-daily/ppa

Em geral, os usuários comuns já têm tudo o que precisam à mão quando querem modificar algumas configurações no Mozilla Firefox.  A janela de opções do navegador conta com praticamente todas as utilidades do dia a dia, integrando alterações de conteúdo, privacidade, segurança e acessibilidade.

Porém, para quem quer personalizar cada etapa da navegação, as preferências básicas podem acabar deixando a desejar.  Mas o que alguns não sabem é que o Firefox “esconde” um verdadeiro canivete suíço, capaz de alterar várias definições avançadas e customizar todo o programa.

Aqui há dragões!

Para entrar nas definições extras do Firefox, você deve digitar about:config na barra de endereços. Em seguida, uma mensagem de alerta aparece ocupando metade da tela.

Obs: a screen capturada é do Firefox 4. A mensagem pode variar de acordo com a versão do browser.

Só por curiosidade: “HIC SUNT DRACONES” é uma expressão do latim que significa “Aqui há dragões”. Ela foi muito usada em mapas medievais para sinalizar áreas perigosas e desconhecidas pelos europeus até então.  No entanto, com as dicas da nossa equipe, não há com o que se preocupar. É só clicar em “Serei cuidadoso, prometo!” e se preparar para “matar” os dragões.

A longa lista de comandos exibida parece, a princípio, assustadora para usuários que não estão habituados com linhas de programação. Para tudo dar certo, é só seguir as instruções abaixo e ficar atento ao que for alterado.

 (Fonte da imagem: WebDesignBooth)Lembre-se de que toda configuração modificada aparece em negrito e pode ser restaurada para o padrão, além de não ser preciso reiniciar o navegador para elas surtirem efeito.

Não aconselhamos aos usuários iniciantes que troquem funções sem tomar conhecimento do que elas fazem.

Abaixo listamos algumas das modificações mais úteis para turbinar o seu Firefox — ou apenas deixá-lo do jeito que você gosta.

Para encontrar mais rápido os termos, copie-os e cole-os na opção “Localizar” presente na janela do about:config. Depois, basta clicar duas vezes em cima da função para alterá-la.

Configurações avançadas.

Miniaturas de todas as abas ativas no Firefox

  • Função: browser.taskbar.previews.enable
  • Valor: true

Por padrão, a superbar do Windows 7 só apresenta miniaturas das janelas principais do Firefox, excluindo as abas — algo diferente do que acontece em programas como o Skype e Windows Live Messenger, onde cada janela de conversa ou configuração também aparece na visualização quando você passa o mouse.

Com essa alteração, todas as abas de todas as janelas aparecerão em forma de miniatura. Ao posicionar o mouse e percorrer por elas, mesmo com o Firefox minimizado, a pré-visualização também é mostrada em tamanho real, agilizando o caminho até a página certa.

Detalhe das miniaturas.

Alerta: essa função é muito útil, mas pode pesar um pouco mais no sistema e incomodar. Imagine que, se você trabalha com 20 abas, toda vez que passar o mouse por ali, a pré-visualização mostrará 20 miniaturas.

Escolher como e onde fica o botão de fechar abas

  • Função: browser.tabs.closeButtons
  • Valores: 0, 1, 2 ou 3
  • 0 = botão fechar apenas na aba ativa.
  • 1 = botão fechar em todas as abas (padrão).
  • 2 = sem botão fechar (fecham-se as abas apenas utilizando o botão direito)
  • 3 = botão fechar localizado no final da fila das abas.

Essa opção trabalha com o “x” de fechar presente nas abas do navegador. Para quem sempre desliza o mouse e fecha uma aba sem querer, a opção “0”, que imita as antigas versões do Firefox, pode ser uma ótima escolha.

O modo mais clássico, sem o “x”, é interessante para jogadores de games em redes sociais — já que assim não se corre o risco de sair do Facebook ou Orkut por descuido. Ainda há uma alternativa nova, que desloca o botão fechar das abas para a direita, perto dos controles principais da janela do programa.

Detalhe da opção 3, com o botão fechar somente à direita.

Resultados da caixa de busca exibidos em uma nova aba

  • Função: browser.search.openintab
  • Valor: true

É uma função particularmente útil, pois evita alguns inconvenientes. Quando você realiza uma pesquisa através da caixa de buscas do Firefox (à direita, na mesma linha da barra de endereços), o resultado é carregado na aba ativa. A partir dessa mudança, as próximas pesquisas aparecerão automaticamente em uma nova aba.

Acelerar o Mozilla Firefox

Existe uma série de truques para melhorar o desempenho do Firefox. As cinco modificações abaixo podem potencializar o carregamento de várias páginas ao mesmo tempo e aperfeiçoar a performance do navegador em jogos (Flash, Java etc.) e downloads.

Alertamos que tais configurações podem prejudicar o andamento geral do sistema (de acordo com o seu processador e sua memória RAM) e também se apropriar de banda extra em uma rede, afetando os demais computadores conectados a ela.

Acelerando o Firefox.

  • Função: network.http.pipelining
  • Valor: True
  • Função: network.http.proxy.pipelining
  • Valor: True
  • Função: network.http.pipelining.maxrequests
  • Valor: 8
  • Função: network.http.max-connections
  • Valor: 96
  • Função: network.http.max-connections-per-server
  • Valor: 32

Botão do meio do mouse = Ctrl + V

  • Função: middlemouse.paste
  • Valor: true

Nessa alteração, o botão do meio do mouse exerce a função do “Ctrl + V”. Ou seja, basta você pressioná-lo em qualquer parte do navegador que o conteúdo copiado ou recortado será colado. É importante frisar que essa função não exclui a propriedade padrão de rolagem de tela (aquela acionada com a roldana do botão central do mouse).

Instalar extensões sem ter que esperar

  • Função: security.dialog_enable_delay
  • Valor: 0

Uma função inconveniente (e até carente de sentido) é o tempo de espera que aparece quando você quer instalar uma nova extensão (add-on). Felizmente, essa opção pode ser desabilitada. Busque a função acima, dê dois cliques e modifique-a para zero.

Nada mais de espera.

Reabilitar a função “Salvar e sair”

  • Função: browser.showquitwarning
  • Valor: true

Para a tristeza de muitos, a clássica opção que salva todas as abas antes de fechar o navegador acabou ficando fora da versão 4 do Firefox.  Só quem viveu sabe o transtorno que é perder o conteúdo de dez ou mais abas de uma vez só. Pois bem, chega de drama: basta alterar a definição para o Firefox não o deixar mais na mão.

Tem certeza?

Você tem uma mensagem não lida

Agora vai uma brincadeirinha para descontrair: digite “about:robots” na barra de endereços do Firefox e veja o que aparece. Gort! Klaatu barada nikto! — depois de mexer em todas essas opções avançadas você não vai ter medo de um robozinho, vai?

Trata-se apenas de um easter egg (ovo de Páscoa), que nada mais é do que uma espécie de surpresa escondida pelos desenvolvedores do programa. Uma lista com vários easters eggs do Firefox e de outros programas famosos pode ser conferida aqui.

Existem, também, outras maneiras de se aproveitar a interface e os comandos do Firefox.

Será que eles vão dominar o mundo?

Depois de ler tudo isso, você provavelmente pode estar pensando “tudo bem, já que algumas modificações são legais, por que eles não liberam essas configurações através de uma interface gráfica?”.

Realmente, seria muito mais fácil acessar esses comandos através de menus e caixas. Claro que, como explicado e evidenciado pela mensagem inicial de acesso, certas escolhas podem comprometer a estabilidade do navegador.  Mas será que um ponto de restauração ou um botão “restaurar padrões” não resolveria?

Enquanto isso não acontece, aproveite este tutorial para incrementar sua experiência online com o Firefox. E, se você souber de mais dicas secretas do programa, não hesite e conte para gente nos comentários abaixo.

As instruções aqui guiarão você no processo de instalação do Thunder Cache Pro, (a partir da versão 6) em um Linux com Ubuntu, operando com discos em RAID-0 e com suporte ao sistema de relatórios Thunderview 2.

Primeiro, faça download da imagem do ubuntu, em:

Depois que o download concluir, siga os videos para uma configuração básica to Thunder Cache Pro em Raid0 com Thunderview2:

1-Preparando e Instalando o Ubuntu 10.04 server para receber o ThunderCache

2 – Configuração do painel Básica

3 – ThunderCache 6 com Raid0

4 – Redirecionamento do mikrotik para o ThunderCache com dstnat

5 – Visão e configuração rápida do Thunderview 2

Por último, lembre-se que o pacote mais recente do do Thunder Cache Pro com Thunderview e scripts para Bridge e Raid0 estão disponíveis em:

É importante relembrar que as instrucões acima podem ser observadas no Fórum Oficial de Suporte, em http://www.overnix.com

Considerado um dos sistemas mais complicados de se usar, o Linux foi se tornando cada vez mais amigável com o passar dos anos, permitindo ao Ubuntu ser uma das distribuições mais usadas por quem procura um software livre.

Com a Central de Softwares, qualquer um é capaz de inserir aplicativos no computador sem muita dificuldade, facilitando ainda mais o processo de uso do sistema operacional. Entretanto, como tudo na vida, ainda há espaço para melhorias.

A novidade que aparecerá na versão 11.04 do Ubuntu, a ser liberada no mês que vem, permite que você teste os seus aplicativos na Central antes mesmo de instalá-los no computador. Dessa forma, você não perde tempo removendo aquilo que não gostou, podendo visualizar algumas características antes mesmo de ocupar espaço em disco.

Para isso, basta encontrar um programa pelo qual você tenha se interessado e clicar no botão “test drive”. A Central vai abrir um pequeno aplicativo já na descrição do software que você pretende instalar, dando a você a oportunidade de conhecer o que vai usar com antecedência.

Teste drive do Ubuntu

Porém, fique de olho: você deve ter o pacote qtnx instalado em seu sistema, senão o buffer no servidor remoto, responsável pelo teste, não será realizado. Vale a pena dizer que não são todos os aplicativos da Central que possuem a opção do “test drive”.

 

Artigo elaborado com a colaboração de André Luiz Cavanha e Elaine Martins.

O Windows é o sistema operacional (SO) mais utilizado em todo o mundo. Há muito tempo ele ganhou as máquinas de milhões de usuários ao redor do planeta e assim se consolidou o monopólio do SO da Microsoft.

Algumas alternativas surgiram ao longo do tempo e uma das mais bem-sucedidas é o Linux. Desenvolvido pelo finlandês Linus Torlvads, o sistema livre ganhou inúmeras modificações, pois, pelo fato de ser livre, facilitava o desenvolvimento individual ou em pequenos grupos de suas configurações e aplicações.

A distribuição de Linux mais usada no mundo, de acordo com o site DistroWatch.com, é o Ubuntu. O sistema, que ganha uma nova atualização a cada seis meses, é, sem dúvida, uma das melhores alternativas para usuários comuns que desejam adentrar o mundo dos sistemas operacionais livres.

Ubuntu: Linux para seres humanos

Se você é mais um desses usuários que não tem medo de aprender coisas novas, além de disposição para deixar o Windows de lado, precisa saber de algumas coisas para começar a usar o Ubuntu. A primeira – e crucial – informação é: o Ubuntu não é um bicho de sete cabeças.

Migrei. E agora?

Diferentemente do Windows, o menu de aplicativos do Ubuntu é localizado no topo da tela. São três menus principais – Aplicativos, Locais e Sistema – e por meio deles você acessa e modifica todos os programas e configurações do sistema operacional.

A bandeja do relógio também se localiza na parte superior da tela. Na questão de painéis e barras de tarefas, somente as janelas abertas no sistema permanecem na parte inferior.

Gerenciador de processos

Lembra-se do Gerenciador de tarefas do Windows? O Ubuntu possui algo semelhante que pode ser acessado na guia “Processos” pelo caminho Sistema > Administração > Monitor do Sistema. Lá é possível encerrar um processo mal comportado.

Gerenciador de processos do Ubuntu

Gerenciador de partições

Para gerenciar partições com o Ubuntu você pode utilizar o GParted. Se ele ainda não está instalado em seu sistema, faça-o via Terminal:

sudo apt-get install gparted

Gerenciador de redes

Se você possui uma rede e quer gerenciá-la no Ubuntu, experimente o Samba. Este é um aplicativo bastante específico, portanto, pode dar um pouco mais de trabalho para ser instalado e configurado.

Hardware

Uma das grandes vantagens das distribuições de Linux é sua grande habilidade em reconhecer dispositivos de hardware e instalar seus drivers automaticamente. Isso acontece com placas de vídeo, placas de rede, câmeras e etc.

Para verificar qual aplicativo deve ser instalado para que a parte ferramental do seu computador funcione corretamente, acesse a opção Sistema > Administração > Drivers de hardware.

Atualizações

Se você já instalou o Ubuntu em sua máquina e é a primeira vez que inicializa o sistema, está na hora de colocar a mão na massa. Quem achava que Linux era coisa somente para nerds, se engana redondamente ao ver que as atualizações necessárias para o sistema são exibidas automaticamente na tela.

O Ubuntu conta com um local específico para atualizações. Acesse-o em Sistema > Administração > Gerenciador de atualizações. Lá há uma listagem de aplicativos e bibliotecas de programas que possuem novas versões e você é quem seleciona o que deve ou não ser instalado.

Vale lembrar que se você utiliza a última versão do Ubuntu (a 10.04 Lucid Lynx), já conta com a última versão de todos os programas padrões do sistema, como Firefox e OpenOffice.org. Além disso, o Ubuntu já possui, nativamente, diversos programas para aplicações como gravação de discos,   torrent, reprodutores de áudio e vídeo e etc.

Central de programas e Synaptic

O Ubuntu conta com pelo menos duas ferramentas muito simples para a instalação de aplicativos. Uma delas é a Central de programas do Ubuntu, uma referência no que diz respeito a softwares livres. A Central foi reformulada para a versão 10.04 do SO e está ainda mais fácil de ser usada.

Para acessar, vá a Aplicativos > Central de programas do Ubuntu.

Central de programas do Ubuntu

Digite um termo e uma lista de programas que o contenham no nome ou na descrição surge na tela. Quando encontrar o que procura, clique em “Instalar” e dentro de alguns minutos o aplicativo está pronto para ser usado normalmente.

Outra excelente opção para instalar programas no Ubuntu é o Synaptic, uma interface gráfica para o gerenciamento de pacotes apt, usado em várias distribuições de Linux. Encontrar algo no Synaptic é semelhante a fazer isso na Central: digite um termo para filtrar a lista de programas existentes.

Para acessar, vá em Sistema > Administração > Gerenciador de pacotes Synaptic.

Gerenciador de pacotes Synaptic

Um duplo-clique marca quais aplicativos devem ser instalados e então você precisa apenas clicar no botão “Aplicar” (e confirmar as alterações) para iniciar o processo. Desinstalar aplicativos instalados pelos métodos citados acima também pode ser feito por meio do Synaptic e da Central de programas do Ubuntu.

Via Terminal

Outro modo de realizar instalações no Ubuntu é usando o Terminal (Aplicativos > Acessórios > Terminal). Com o terminal você pode instalar e remover pacotes, acessar pastas e arquivos, inicializar programas e mais uma infinidade de coisas. Ele pode ser comparado ao prompt de comando MS-Dos do Windows.

Sempre que alguma ação realizada via Terminal demandar status de administrador (no Ubuntu esse status é chamado de “root”), você precisa digitar o comando “sudo”. Para instalar usando o gerenciamento de pacotes, use o comando “apt-get” e depois “install”.

Terminal

Resumindo, se você quer instalar o aMsn, por exemplo, use o comando:

sudo apt-get install amsn

Pressione Enter e informe sua senha para confirmar a instalação. O restante é feito pelo sistema: ele baixa, descompacta, compila e instala tudo em seu devido lugar automaticamente.

Vale lembrar que para colar um comando no Terminal você pode usar os atalhos Shift + Insert ou Ctrl + Shift + V do teclado.

Apt-url e DEB

Para quem sente falta dos executáveis (EXE) do Windows, o Ubuntu conta com dois formatos de instalação bastante semelhantes. Um é o Apt-url, que nada mais é que a instalação direta a partir de um link: você clica, confirma a execução do aplicativo e a instalação é realizada na hora, sem nenhum trabalho.

Isso permite que você instale dezenas de programas e jogos diretamente do site. Um bom exemplo disso é o Hedgewars, game no estilo Worms, que pode ser instalado rapidamente por meio de alguns cliques.

Os pacotes DEB são ainda mais parecidos com os executáveis do Windows. Sempre que você for baixar algo e houver essa opção, opte por ela. Para instalar qualquer pacote DEB, basta apenas baixar o arquivo, dar um duplo-clique e confirmar a instalação.

O que instalar?

É difícil falar uma “lista de programas essenciais” para o Ubuntu, até porque as pessoas fazem usos diferentes do sistema operacional e da máquina. Contudo, é possível dar algumas dicas e propor alternativas para quem migrou do Windows.

Depois de instalar os programas que você julgou necessário com a atualização do Ubuntu, muitas coisas ainda estão faltando.

Java e Flash

Dois plugins praticamente indispensáveis para quem navega na internet nos dias de hoje: Java e Flash. Ambos são softwares proprietários e acabam sendo a melhor opção em algumas ocasiões – principalmente o Java, caso você precise acessar algum teclado virtual como o do Banco do Brasil.

Instalar o Adobe Flash Player pode ser feito por meio de um pacote DEB. Clique aqui para baixar e instalar o plugin necessário para, dentre outras coisas, assistir a vídeos no YouTube.

O Java JRE, em sua sexta versão, pode ser instalado via compilação de pacotes, algo muito complicado, ou então, por meio do Terminal. Para isso, você precisa primeiramente adicionar o repositório de parceiros ao sistema.

Acesse Sistema > Administração > Canais de software e vá até a guia “Outro software”.

Canais de Software

Clique em “Adicionar” e cole o seguinte comando:

deb http://archive.canonical.com/ lucid partner

Confirme e clique em “Fechar”. Será emitido um aviso sobre desatualização das informações dos pacotes devido aà inserção de um novo. Clique em “Recarregar” para que as informações sobre os programas sejam atualizadas.

Feito isso, abra o Terminal e atualize a lista de fontes com o seguinte comando:

sudo apt-get update

Ao final da atualização, instale o Java JRE e também o plugin para navegador:

sudo apt-get install sun-java6-jre sun-java6-plugin sun-java6-fonts

Codecs

Outra coisa que não pode faltar em um computador é um pacote de codecs. No Windows havia várias opções, mas no Ubuntu você pode ter os principais codecs por meio da execução de um comando no Terminal:

sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras

Logo mais abaixo você conhece alguns reprodutores de áudio e vídeo e, na a grande maioria, instala os codecs necessários junto consigo.

Reprodução de vídeo

Nativamente o Ubuntu conta com boas opções para a reprodução de áudio e vídeo. Porém, existem aplicativos com amplo suporte para vários formatos, legendas e tudo mais. Um bom player de vídeo é o MPlayer, que pode ser instalado via Synaptic ou terminal:

sudo apt-get install mplayer

Outra opção é o SMPlayer, aplicativo baseado no MPlayer, porém, com alguns recursos a mais e interface diferenciada. Instale-o via Central de programas do Ubuntu ou, no Terminal, digite:

sudo apt-get install smplayer

Reprodução de áudio

Nativamente o Ubuntu já conta com o Rhythmbox, capaz de reproduzir arquivos de áudio e CDs. Se você desejar algo mais com cara de iTunes, pode tentar o excelente Amarok (clique para baixar).

Outra bela opção, mais indicado para quem usava o Winamp, é o Qmmp. Instale-o pelo Terminal com o comando:

sudo apt-get install qmmp

TuxMSN

Não dá para falar em computador sem pensar em mensageiros instantâneos e MSN. O Ubuntu possui versões de grande qualidade com suporte para a rede do mensageiro da Microsoft.

Se você procura um aplicativo capaz de trabalhar com várias redes, não só a do MSN, experimente o Pidgin.

Se você quer alguma coisa mais semelhante ao Windows Live Messenger, as melhores opções são o aMsn ou o Emesene. Instale-os via Terminal:

sudo apt-get install amsn

ou

sudo apt-get install emesene

Compactadores

Arquivos RAR, ZIP e 7Z já fazem parte da vida de quase todos que baixam ou enviam arquivos via internet.

O Ubuntu dispensa a utilização de um compactador/descompactador externo, basta que você execute o comando abaixo no Terminal para que ele se torne apto a comprimir e a descomprimir arquivos em vários formatos.

sudo aptitude install rar unrar p7zip

Torrent

Para compartilhar torrents no Ubuntu você conta com o Transmission, programa que já vem instalado juntamente com o SO.  Ele é uma opção simples, com interface compacta, porém muito eficiente.

Uma alternativa, mais indicada para quem estava acostumado com o uTorrent no Windows, é o Deluge. O programa contém, pelo menos visualmente, as mesmas características do uTorrent. Instale-o via Terminal:

sudo apt-get install deluge

Programas do Windows no Ubuntu

Sim, isso é possível. Com o Wine, um “simulador” de programas do Windows para Linux, é possível instalar e executar softwares desenvolvidos exclusivamente para o SO da Microsoft.  Lembre-se que nem todos os programas rodam corretamente via Wine. Para instalá-lo, abra o Terminal e execute:

sudo apt-get install wine

Configurações e instalações extras

Para finalizar este pacotão de dicas para quem está começando no Ubuntu, vale a indicação de outros dois programas: o Ailurus e o Ubuntu Tweak. Com eles é possível dar uma “turbinada” no Ubuntu, configurando recursos, adicionando alguns extras e tendo acesso a uma gama variada de programas para instalação por meio de um simples clique do mouse.

É bom ressaltar a todos que as dicas citadas acima são apenas algumas para quem deseja entrar de vez no mundo Ubuntu. Este  sistema operacional é bastante variado, portanto, vale lembrar que sempre existem vários caminhos a seguir. Muitas opções acabaram sendo deixadas de fora, porém, não são menos importantes por isso.

Com certeza o grande destaque do Ubuntu – e da filosofia do software livre –  é a comunidade. envolvida com o projeto. Em uma rápida pesquisa no Google você encontra uma série de dicas para adaptar o sistema ao seu uso, corrigir problemas e tudo mais que for necessário.

É bom lembrar também que a palavra “ubuntu”, de origem sul-africana, significa “humanidade para com os outros”. Com certeza não é à toa que o mote do Ubuntu é “Linux para seres humanos”.

 

Dolphin é um emulador para jogos da Nintendo Game Cube e Nintendo Wii

Para quem diz que o Linux não é o “paraíso” dos jogos, hoje trago-vos algo que pode mudar a opinião de alguns utilizadores. Diferente daquilo que temos vindo  a apresentar aqui no pplware, hoje o assunto é jogos, mais concretamente um emulador de jogos para Linux, o Dolphin.

dolphin_00

//

O Dolphin é um emulador para jogos da Nintendo Game Cube e Nintendo Wii, sendo um dos emuladores mais completo e perfeito. Depois de este fim de semana ter visto este emulador a funcionar, devo confessar que fiquei rendido à qualidade gráfica dos jogos e interface que disponibiliza.

Para quem queira ver mais vídeos de demonstração, pode fazê-lo aqui

O Dolphin foi recentemente actualizado para a versão 2.0, trazendo consigo algumas novidades.

A maioria dos jogos funcionam perfeitamente ou com pequenos problemas. Os jogos podem ser emulados em HD Quality (Alta Definição) até a resolução de 1080p. Isso é uma característica memorável já que as próprios consolas Gamecube e Wii não são capazes disso.

Algumas características:

  • Suporte ao Wii Menu
  • Frameskip
  • Suporte ao Wiimote e Nunchuck
  • Excelente qualidade som som
  • Suporte para HD Quality (1080p)
  • Suporte para Anti-Aliasing e Anisotropic Filtering
  • Possibilidade de salvar qualquer jogo

Como instalar no Ubuntu via PPA

Para instalar no Ubuntu Karmic basta entrar no terminal, e inserir o seguinte bloco de comandos

sudo add-apt-repository ppa:glennric/dolphin-emu
 sudo apt-get update
 sudo apt-get install dolphin-emu

Depois de instalado, para arrancar o dolphin, basta escrever no terminal o seguinte comando

dolphin-emu

dolphin_01

Agora só têm de arranjar as roms do jogos que mais gostam.

O dolphin encontra-se também disponível para WindowsMacOS e outras versões do Linux.

Requisitos do sistema

Dolphin suporta multi-processador.

  • Windows XP7Vista/Win7, Linux ou MacOSX Intel.
  • CPU com SSE2.
  • Placa de vídeo com Pixel Shader 2.0 ou melhor. Nem todas as placas de vídeo onboard funcionam. saber mais

Licença: Open Source
Sistemas Operativos: Windows/MacOS/Linux
Download: Dolphin v2.0 Linux 32 (2.4 MB) | Linux64 (2.7 MB)
Download: Dolphin v2.0 MacOS
Download: Dolphin v2.0 Win32 (4.8 MB) | Win64 (6.1 MB)
Download: Mais vídeo de demonstração aqui
Homepage: dolphin-emu (PT)

Lembrando de que o mesmo também roda em Sistema Operacional 64

Fiz uns testes aqui , e na minha opnião ele rodou muito mais rapido no Linux 64 do que em outras plataformas do windows.

Porém devo ser sincero , de que alguns jogos necessitam de processadores mais altos , este emulador ama processador acima de 3.2 Ghz.

Veja as dicas do próprio site do dolphin , para a parte de desempenho:

Guia de Performance

Configurar o Dolphin da maneira certa é muito importante para que os jogos rodem fluentemente. Esse guia te mostrará um exemplo “rápido e superficial” de como aumentar a velocidade do Dolphin. Para ver a Explicação da Configuração clique aqui. Abra o Dolphin e você verá três botões:ConfiguraçãoGráficosDSP.

  • Primeiro, clique em “Configuração” e selecione em “Plugins”, “Dolphin Direct3D”. Usuários do Linux terão que usar “OpenGL”, mas para usuários do Windows “Direct3D” é a melhor opção.
  • Em “Resolução de tela cheia”, escolha a resolução do seu monitor.
  • Se você quiser jogar em 720p mude a opção “Tamanho em Janela” para 1280×720. Para 1080p simplesmente escolha 1920×1080.
  • Em “Configuração -> Geral” selecione as seguintes opções::
Dolphin Configuration Button
Dolphin Configuration, Plugins Dolphin Configuration, General
  • Em “Gráficos” é importante marcar “Habilitar EFB copy To Texture” e “Desabilitar Fog”.
  • Para alguns jogos como Super Mario Galaxy (SMG), a opção “Habilitar Acesso CPU->EFB” em “Gráficos -> Direct3D” deve estar marcada para que seja possível puxar as estrelas. Porém isso pode causar lentidão.
  • Se você estiver tendo travamentos em alguns jogos, marque a opção “Cache de Textura Seguro”.
Dolphin Graphics Button
DirectX Graphics Plugin Properties, Direct3D DirectX Graphics Plugin Properties, Advanced
  • Em “DSP”, desmarque a opção “Habilitar Aceleração de Audio” e coloque o “Volume” em 100%.
DSP button
Dolphin DSP-HLE Plugin Settings

O jogo está rodando rápido demais!

Alguns jogos como New Super Mario Bros. ou Super Smash Brothers Brawl rodam rápido demais em sistemas mais modernos. Existem duas maneiras de reduzir a velocidade do jogo até que fique normal.:

  • Framelimit Off + Audio Throttle marcados
  • Framelimit Auto + Audio Throttle marcados

Se isso não ajudar , você também pode tentar habilitar a opção “V-Sync” ou “16x anisotropy filtering”.

Como posso jogar em 720p ou 1080p?

Se você quiser jogar em 720p vá em “Graphics -> Direct3D” e mude o valor “windows size” para 1280×720. Para 1080p simplesmente escolha 1920×1080.

Quando o assunto é Ruindows vs Linux , é tópico para anos e anos de discussão…
O que percebo é que as pessoas tem medo de sair de algo velho e manjado , para migar em algo novo , e diferente…
A maioria das desculpinhas dos User Ruindows , é que não tem programas suficientes a serem Instalados , ou até mesmo jogos..

Venho lhe apresentar uma ferramenta que muitos usuarios Linux usam quando se deperam com este tipo de caso..

Wine

Instalando wine 1.3

Adicione o repositório do wine, abra o Terminal e Digite:
sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppaAtualize os repositórios:
sudo apt-get updateInstale o Wine 1.3
sudo apt-get install wine1.3

E pronto , automaticamente o wine será instalado.

$ winecfg

Dentro do painel de configuração, clique em “Drives > Autodect”. Isso faz o winecfg criar a configuração que permite que os programas Windows acessem arquivos dentro do seu diretório home e em outras pastas do sistema.

O diretório home é geralmente visto dentro dos programas Windows com o drive “H:” e o diretório raiz aparece como o drive “Z:”, mas você pode personalizar a lista, ativando apenas os diretórios que quiser que os aplicativos dentro do Wine possam acessar. A única pasta obrigatória é a pasta “.wine/drive_c” dentro do home, que é vista pelos aplicativos como o C:\.

É importante ter um pouco de cautela ao compartilhar os diretórios, pois assim como roda aplicativos, o Wine é também capaz de rodar muitos vírus, que podem contaminar arquivos dentro das pastas, ou até mesmo deletá-los, assim como faria em uma máquina Windows.

Para os mais precavidos, uma dica é usar um login separado para executar os aplicativos, isolando os aplicativos Windows potencialmente perigosos da sua conta principal. Para isso, você precisa apenas criar a conta usando o “adduser” e usar o “sux” para chavear para ela, como em:

$ sux wine

Qualquer programa executado usando este usuário separado poderá no máximo modificar arquivos dentro do home dele, sem risco para seus arquivos.

Continuando, na aba “Applications” você pode escolher qual versão do Windows será simulada. A maior parte dos programas roda melhor emulando o Windows 2000 ou o Windows XP, mas existem casos de aplicativos antigos, que rodam melhor simulando o Windows 98. Além da configuração global, é possível criar exceções para aplicativos específicos, usando o botão “Adicionar aplicação”:

wine_html_1ff0c660

Depois de salvar a configuração no winecfg, o Wine já estará pronto para uso. A forma tradicional de executar aplicativos dentro do Wine é chamá-los via terminal (sempre usando seu login de usuário), como em:

$ wine ps55.exe

Entretanto, na maioria das distribuições atuais os arquivos “.exe” (entre outras extensões do Windows) já estão associadas com o Wine, o que permite que você simplesmente clique nos arquivos dentro do gerenciador de arquivos.

No caso dos aplicativos .MSI (os aplicativos empacotados usando o Windows Installer), você pode usar o msiexec, mais um pequeno utilitário do Wine, que permite executá-los diretamente, sem que você precise instalar primeiro o instalador da Microsoft e fazer algum malabarismo para fazê-lo funcionar dentro do Wine. Para instalar um programa, basta chamar o msiexec, seguido pelo parâmetro “/i” e o nome do arquivo, como em:

$ msiexec /i /home/gdh/msxml6.msi

Todos os aplicativos são instalados dentro da pasta “.wine/drive_c” dentro do home, respeitando a estrutura de diretórios do Windows. O Wine monitora a instalação de aplicativos e adiciona os ícones no iniciar (ou no desktop, de acordo com as opções do instalador) automaticamente na maioria dos casos, mas, em casos em que o sistema falha, você pode executar o aplicativo manualmente, acessando a pasta de instalação e clicando sobre o executável:

wine_html_492d5c0f

Também funciona se você executar o aplicativo via terminal, mas nesse caso você precisaria especificar o caminho completo (adicionando barras invertidas antes dos espaços, como em:

$ wine ~/.wine/dosdevices/c:/Arquivos\ de\ programas/Adobe/Photoshop\
5.5/Photoshp.exe

Como todos os aplicativos e as configurações ficam instalados dentro da pasta “.wine”, é fácil se livrar de uma instalação do Wine com problemas: basta remover a pasta e começar de novo.

Aplicativos bem suportados (como os das categorias Gold e Platinum do http://appdb.winehq.org) devem instalar diretamente, enquanto aplicativos mais problemáticos costumam exigir passos adicionais, como instalar outros componentes, copiar DLLs do Windows ou inserir chaves no registro manualmente.

Em geral, o nível de compatibilidade desses aplicativos melhora gradualmente com o lançamento de novas versões do Wine, um processo gradual que muitas vezes demora anos. Este é um dos motivos de, em geral, aplicativos mais antigos serem os mais bem suportados.

wine_html_64821f681

Antigamente, se recomendava instalar o “dcom98”, uma atualização da Microsoft para o Windows 98 que, quando executado dentro do Wine, instalava alguns componentes e bibliotecas adicionais, melhorando a compatibilidade com alguns aplicativos. Entretanto, ele é desnecessário nas versões atuais. Entretanto, existem muitos outros componentes que ainda são úteis.

O Wine possui também uma ferramenta para remover programas instalados, o “uninstaller”, que substituiu o “Adicionar/Remover” do Windows. Basta chamá-lo diretamente via terminal, assim como o winecfg:

$ uninstaller

Outra dica é que o Wine é capaz também de acessar impressoras instaladas através do Cups automaticamente, permitindo que os aplicativos imprimam sem necessidade de drivers adicionais. Em outras palavras, desde que a impressora seja reconhecida pelo sistema, você não terá grandes problemas em utilizá-la dentro do Office 2003 instalado dentro do Wine, por exemplo.

Nas versões recentes, você pode também instalar fontes do Windows, simplesmente copiando os arquivos para dentro da pasta “.wine/drive_c/windows/Fonts/”. As fontes são um fator importante para a compatibilidade, já que muitos aplicativos não rodam se pelo menos as fontes básicas (Times, Arial, Verdana, etc.) não estiverem disponíveis.

Concluindo, embora seja mais relacionado com a execução de aplicativos 2D e programas de escritório, o Wine possui também uma implementação funcional do Direct3D, que permite rodar muitos jogos 3D, incluindo o World of Warcraft, Call of Duty 4, Counter-Strike e uma longa lista:

war

Para rodar os jogos 3D no Linux, a melhor opção é utilizar uma placa relativamente recente da nVidia. Alguns jogos rodam no Linux sem uma grande perda de desempenho, mas na maioria você tem uma perda de 20 a 40% no FPS, que precisa ser compensado com a desativação de alguns efeitos visuais ou por um pouco mais de força bruta na potência da placa de vídeo e do processador.

As placas da ATI não são muito indicadas, devido aos intermináveis problemas com os drivers e ao baixo desempenho das versões do Catalyst para o Linux em relação ao do das versões Windows. Os chipsets da Intel são bem suportados (em quase todas as distribuições atuais, o suporte a 3D é configurado automaticamente, graças aos drivers open-source incluídos no X.org), mas como o desempenho dos chipsets integrados é relativamente baixo, eles acabam servindo apenas para rodar os jogos mais simples.

Uma observação importante é que o Wine não inclui suporte aos sistemas anti-cópia usados em muitos jogos, por isso muitos títulos (instalados a partir dos CDs originais) se recusam a rodar depois de instalados, reclamando que não foi possível encontrar a mídia, ou que o CD não é autêntico. Nesses casos, é necessário baixar um “no-cd patch” (ou seja, um crack para que o jogo deixe de verificar o CD) e também instalá-lo dentro do Wine. Um exemplo de site especializado em patches e modificações é o megagames.com.

Outra dica é que, em muitos casos, você elimina a necessidade de instalar o patch simplesmente montando o CD-ROM com a opção “-o unhide”, que faz com que o sistema exiba os arquivos ocultos usados por muitos sistemas anti-cópia, fazendo com que eles passem a funcionar dentro do Wine. Para isso, basta desmontar o CD-ROM e montá-lo manualmente incluindo a opção, como em:

# umount /media/cdrom
# mount -o unhide /dev/cdrom /media/cdrom

Pacotes DLL , e Pré- Requisitos Windows:

Além do Ruindows ser um saco para reconfigura-lo , por muitas vezes é necessario instalar uma porrada de Pré-requisitos como Framework , flash , java , entre outros…

Para isso use Wine Tricks

O download é facilmente encontrado na internet, bastando torná-lo um executável e movê-lo para um diretório de seu PATH, assim.

Baixe o arquivo para sua máquina usando o terminal.
Dê permissão de execussão.
sudo chmod +x winetricks
Copie o wine para o diretório /bin
sudo cp winetricks /bin
Execute o winetricks.
sudo winetricks
Pronto, você pode instalar vários requisitos para rodar aplicativos windows.
Obs.:
No Ubuntu deve ser instalado o pacote “zenity”, que permite exibir caixas de diálogos em GTK+ a partir de shell scripts. Para saber o que falta em sua distro, execute-o no terminal para ver a(s) mensagem(ns) de erro(s) que possam aparecer.Veja abaixo o programeto em questão instalando o flash player:

Linux: Winetricks - turbinando seu wine sem dores de cabeçaLinux: Winetricks - turbinando seu wine sem dores de cabeçaLinux: Winetricks - turbinando seu wine sem dores de cabeça
Depois deste maravilhoso programa ,não instalo o wine sem ele…

PlayONLinux – Use aplicações e jogos Windows no Linux.

PlayOnLinux é uma aplicação que roda sobre o Wine onde é possível adicionar programas do Windows com facilidade.

O programa verifica e instala os complementos necessários para o usuário instalar aplicações, basta apenas alguns cliques e seus programas e jogos estarão rodando no Linux.

Aplicações e jogos do Windows no Linux

Novidades desta versão

  • Atualização de scripts para criação de atalhos
  • Correção do Bug#58
  • Algumas melhorias e correção de alguns Bugs
Aplicações e jogos do Windows no Linux
O programa realmente surpreende pela facilidade e eficiência, baixe e confira.
Download para Ubuntu, Debian e derivadas: PlayOnLinux.deb
Download para outras distribuições: PlayOnLinux
Se deseja Saber mais sobre jogos no Wine veja esse outro artigo:

Colaboração: Lucas Villela Canoas/Dicas-L

Quando estamos numa rede, algo muito útil em diversas situações é ver quais computadores existem nesta rede. Há vários maneiras de se fazer isso. Hoje irei ensinar como fazer isso usando onetdiscover, que é bem simples.

netdiscover faz um scan na rede usando o protocolo arp, ou seja, você não precisa ter um ip na rede. Por exemplo, quando você conecta o seu sistema GNU/Linux em uma rede windows, ele não ira adquirir um ip, mas será possivel ver as máquinas do mesmo jeito, é possível ver o ip das máquinas e o Mac Adress (:

Opções

Diretiva Função Exemplo
-i Especifica qual a interface de rede será escaneada netdiscover -i eth1
-r Define qual a faixa de endereços ip você quer escanear. Por padrão, se nada for especificado, ele usa o IP da placa em questão netdiscover -r 192.168.0.0/16
-l Manda o programa ler o arquivo que contém várias faixas de endereços IP, uma por linha netdiscover -l arquivo
-p Usando esse modo, você fica invisível na rede, já que o netdiscover vai apenas capturar os pacotes para ver as maquinas na rede. Demora um pouco mais, porém não envia requisições arp. Desta forma, você não será descoberto na rede facilmente netdiscover -p -i eth1
-s Manda as requisições de segundos em segundos, também é ideal para manter seu anonimato na rede netdiscover -s 5 -i eth1
-c Define a quantidade de pacotes a serem enviados para a máquina alvo, excelente para redes lentas ou com perdas de pacotes “ netdiscover -s 5 -c 1 -i eth1“
-S Ativa o tempo de espera entre cada requisição. Irá utilizar toda a capacidade da rede, muito bom para redes wireless que tem grande perda de pacotes netdiscover -S -i eth1
-f Faz um scan rápido, útil para descobrir as máscaras de rede utilizadas netdiscover -f -i eth1
-d Ignora os arquivos de configuração localizados no /home do usuário e ativa as configurações padrão netdiscover -d -f -i eth1

Arquivos de Configuração

netdiscover conta com arquivos de configuração para facilitar seu uso:

  /home/user/.netdiscover/ranges

 

exemplo:

  192.168.0.0/8
  10.0.0.0/16
  192.168.15.0/24

Esse arquivo guarda as faixas padrão de endereços IP (-r)

  /home/user/.netdiscover/fastips

 

Esse arquivo guarda as configurações padrões para o scan rápido (-f)

exemplo:

  2
  5
  10
  100
  150
  200
  250

 

créditos: Lucas Villela Canôas (www.zonebin.com) no Dicas-L

Lucas Villela Canôas tem 17 anos, é dono do site onde publica seus artigos, está cursando o 3° ano do médio e pretende fazer Ciência da Computação.