Arquivo de 4 de outubro de 2011

(Fonte da imagem: Arquivo pessoal / Maria Emília Garcia Cunha)

Estudante de Relações Públicas na Faculdade Casper Líbero, em São Paulo, Maria Emília Garcia Cunha não deve voltar a usar um iPod tão cedo. A universitária fazia seu caminho de rotina para a faculdade quando o player de MP3, do modelo Nano, explodiu e iniciou um pequeno incêndio no bolso da jovem.

De acordo a Info, Maria estava ouvindo música no ônibus quando escutou um pequeno estouro, ignorado por ela. Uma passageira que estava ao seu lado percebeu o incidente e começou a tentar apagar o fogo iniciado dentro do bolso da calça da jovem, onde estava o aparelho.

Ao retirar o iPod do bolso, a estudante teve queimaduras leves no polegar. O tecido da roupa impediu que ela sofresse algum ferimento grave. Ela relatou que costuma ouvir pouco mais de meia hora de música no trajeto de sua casa até o curso, além de dormir com o aparelho debaixo do travesseiro. Caso nenhuma medida seja tomada pela fabricante, a universitária pode processar a companhia.

O aparelho danificado e o bolso onde a explosão ocorreu. (Fonte da imagem: Arquivo pessoal / Maria Emília Garcia Cunha)

Segundo a assessoria da empresa, a Apple já está ciente do aparelho avariado, mas ainda não informou a causa do acidente ou qual será o posicionamento da empresa. Um incidente parecido ocorreu em 2010 com um norte-americano e seu Motorola Droid, mas o rapaz estava com o telefone no ouvido quando o estouro aconteceu.

É necessária muita coragem (e uma boa dose de insanidade) para ficar sentado em um sofá movendo-se a mais de 163 km/h. Foi isso que fez um membro da equipe australiana Ice Break, no aeroporto de Camden, em Sidney. Sentado em um sofá de dois lugares – equipado com um motor Suzuki GSX de 600 CC, o piloto acelerou seu conjunto de sala até quebrar o recorde mundial da categoria.

Para dar um charme à conquista, o móvel foi acoplado a uma mesa de café, sobre a qual estavam colocados (e muito bem presos) uma xícara de café, uma taça com frutas e um livro. A velocidade foi aferida pelos responsáveis pela publicação do “Guinness Book”, o Livre dos Recordes, marcando exatos 163,12 km/h no momento mais rápido da aventura.

Vale lembrar que a façanha foi conquistada por profissionais preparados, com todo um esquema de segurança por trás do teste de velocidade. O Tecmundo não recomenda a modificação de móveis domésticos para tentativas de quebra de recorde.