Arquivo de agosto, 2011

Não corra riscos. Efetue um backup automático do sistema. (Fonte da imagem: Backup Festival)

Mais traumático que perder seu celular ou tablet é perder todas as suas informações. Contatos, SMS, aplicativos, configurações de visualização e muito mais são produto de tempo e personalização do sistema. Se não estiverem a salvo, eles podem levar meses para serem configurados corretamente outra vez.

Para evitar esse tipo de problema, o ideal é ter instalado em seu dispositivo um software (ou mais) de backup automático – esteja ele salvando suas informações no seu cartão microSD (ideal para o caso do seu eletrônico quebrar) ou para um servidor online (perfeito se você perder seu equipamento).

O sistema interno de backup da Google

Pouca gente sabe, mas o Android possui um sistema embutido, implementado na versão 2.2 (Froyo), que permite ao usuário fazer backup automático de suas configurações e aplicativos em um servidor da empresa.

Para acessar as configurações de backup do seu dispositivo Android, entre no menu Configurações > Privacidade e marque as duas opções: “Fazer backup” e “Restauração automática”.

     Sistema de backup da Google integrado ao Android.

Algumas informações são importantes para quem está querendo usar esta opção:

– Seu smartphone ou tablet pode não dispor da função de backup automático. Isso acontece pois, como os fabricantes são livres para modificar o Android básico, alguns escolhem remover essa funcionalidade. Outros ainda não têm permissão da Google para usar o serviço. Então talvez você não tenha a opção no seu dispositivo.

– Não são todos os aplicativos que podem ser restaurados dessa forma. Em busca de diminuir a pirataria, a Google deu a opção aos desenvolvedores para incluir ou não em seus apps a opção de backup automático. A maioria deles optou por manter a função ativa em seus programas, mas alguns softwares podem não ter essa alternativa (e por consequência, não serão restaurados).

Dispositivo “rooteado” ou não?

Diversos programas de backup dependem de permissão especial para fazer o armazenamento de informações do seu dispositivo. Essa permissão especial é chamada de root, e nada mais é que dar permissão de administrador a um usuário. Embora existam dezenas de motivos para fazer root do seu dispositivo, existem outras tantas razões para manter o sistema original. A manutenção da garantia do aparelho é uma delas, já que a maioria das fabricantes e operadoras não aprova a prática.

Abaixo estão listadas diversas aplicações com funções diferenciadas, algumas necessitando que o aparelho esteja “rooteado” e outras não. Escolha a que se enquadrar melhor às suas necessidades e possibilidades.

MyBackup (com e sem root)

Uma ótima opção para quem quer fazer backup de seu smartphone ou tablet é o MyBackup, mesmo que o aparelho não esteja “rooteado”. Possui a opção de fazer a cópia das informações para o cartão de memória ou para um servidor externo na internet. Você pode enviar os backups de forma automática, em horários pré-agendados, ou com um comando no programa, para armazenar as informações presentes no dispositivo naquele momento.

É possível fazer backup de contatos, registro de chamadas, favoritos do navegador, SMS e MMS, configurações do sistema, atalhos e widgets para Homescreen, alarmes, dicionários personalizados (para entrada de texto), calendários e playlists de músicas.

     Agendamento de automático no MyBackup.

O MyBackup não salva os programas que você tem instalado no seu smartphone se você não tiver permissão de superusuário no sistema (root). Para usuários com o dispositivo “rooteado”, no entanto, essa é uma função a mais. Quando é feita a restauração em um dispositivo com esse tipo de permissão, o MyBackup instala programas direto do Android Market e armazenados em arquivos APK (estejam eles no cartão de memória ou no servidor do programa).

Atenção: o MyBackup é uma versão trial do MyBackup Pro e expira em 30 dias. É tempo suficiente para você testar o aplicativo e, se gostar, comprar a versão que não expira.

Backup Master (sem root)

Essa é outra ótima opção para quem não tem um celular com root. O Backup Master funciona quase da mesma forma que o MyBackup, mas é completamente gratuito, em virtude de não oferecer o sistema para salvar suas informações online. Apenas o backup para o cartão de memória está disponível.

Você pode salvar suas mensagens SMS e MMS, favoritos do navegador, registro de chamadas, informações de sistema, alarmes, configurações de rede 3G e Edge, senhas de redes sem fio e aplicativos instalados. Ao contrário do MyBackup, o Backup Master não precisa de permissão de superusuário para salvar seus aplicativos, embora alguns deles possam não ser guardados.

     Backup Master efetuando a cópia de todos as informações selecionadas.

O Backup Master permite que o usuário visualize os dados salvos no cartão de memória e efetue a restauração de apenas alguns deles, como SMS ou registro de chamadas. Há ainda uma ferramenta para restaurar todo o armazenamento, trazendo seu telefone novamente para a configuração salva.

Para configurar um agendamento automático do Backup Master, abra o programa e aperte o botão Menu do seu smartphone. Selecione a opção “Schedule” e escolha as opções desejadas.

Titanium Backup (com root)

O Titanium Backup é, provavelmente, a ferramenta mais completa disponível para salvar as informações do seu dispositivo Android. Infelizmente, muitas das funcionalidades fornecidas pela ferramenta são exclusivas para utilizadores de um sistema com permissão de superusuário (root). Mas se esse for o seu caso, fique feliz: o aplicativo é gratuito e muito funcional.

     Agendamento de atividade do Titanium Backup.

Usando a permissão de superusuário, o Titanium Backup consegue armazenar absolutamente todas as informações do seu dispositivo, de forma automática, inclusive para aplicativos cujo backup não é permitido pelos desenvolvedores (como no primeiro meio de backup que explicamos, usando o armazenamento pelo sistema operacional da Google). Você pode também mover qualquer aplicativo da memória interna para o cartão de memória e vice-versa.

Para usuários que desejarem fazer o armazenamento de suas informações online, o Titanium Backup oferece uma versão paga que faz sincronização com uma conta no serviço DropBox (gratuito).

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Você conhece outra opção de backup automático das informações de dispositivos Android? Deixe seu comentário abaixo e ajude outros usuários a evitar que suas informações se percam.

Um vídeo divulgado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, fez a impressionante demonstração daquele que seria um dos robôs bípedes mais rápidos já construídos. Batizado de MABEL, a máquina possui pernas muito parecidas com as dos humanos e pode atingir uma velocidade de pico de 10 KM/h.

Além disso, o robô possui a capacidade de fazer a transição entre caminhar e correr, comando que é enviado pelo operador. Já a velocidade e, principalmente, o equilíbrio durante a locomoção são controlados pela inteligência artificial do MABEL.

No vídeo, é possível notar que o robô sofre algumas mudanças bruscas de velocidade durante a corrida, isso ocorre porque a máquina limita a cadência para não exceder a velocidade máxima que ele suporta. Caso contrário, a inteligência artificial não conseguiria manter o equilíbrio e ele cairia.

O projeto MABEL já conta com o suporte da DARPA, a agência de pesquisas avançadas do departamento de defesa, logo, ainda podemos esperar muitos avanços. Mesmo assim, pode demorar um bom tempo até vermos esse tipo de robô andarilho competindo contra os humanos em uma olimpíada.

Esboço da arquitetura do SyNAPSE (Fonte da imagem: Divulgação IBM)

A IBM, uma das maiores e mais antigas companhias de computação do mundo, anunciou que concluiu o projeto de elaboração de um chip experimental que simula o comportamento do cérebro humano. O desenvolvimento foi concebido a partir de uma parceria entre a IBM, quatro grandes universidades e a Agência de Pesquisas Avançadas de Defesa (DARPA).

O objetivo da empreitada é, um dia, poder simular as atividades cognitivas de sentir, perceber, interagir e reconhecer que o cérebro pode fazer, algo que têm se mostrado muito difícil de se conseguir com a arquitetura de processadores comuns. O projeto é chamado de Sistema Neuromôrfico de Eletrônicos Plásticos Adaptativos Escalonáveis, ou “SyNAPSE”.

Os membros do projeto esperam que o “SyNAPSE” possa mudar a maneira como usamos computadores, fazendo-os agir como um cérebro. A nova arquitetura usa processadores digitais como neurônios, com ligações internas que simulam as ligações entre as sinapses, algo radicalmente diferente dos chips de silício com transistores do mundo atual.

Assim como ocorreu nos primórdios da informática atual, o design do processador ainda está engatinhando, com a capacidade de executar tarefas a 10 hertz: milhões de vezes mais lento que os computadores de hoje. A IBM espera que, em breve, vários núcleos do chip “SyNAPSE” possam ser unidos, criando um computador com 10 bilhões de neurônio e 100 trilhões de sinapses, algo 10 vezes mais complexo que o cérebro orgânico dos humanos.

(Fonte da imagem: Geek.com)

A companhia norte-americana Laser Power Systems afirma que está próxima de encontrar uma fonte de energia para automóveis que dispensa o uso de combustíveis fósseis e baterias. Segundo o CEO da companhia, Charles Stevens, o plano é utilizar uma combinação de tório e lasers para proporcionar energia limpa para qualquer tipo de automóvel.

Segundo Stevens, pequenos blocos de tório aquecidos por lasers geram grande quantidade de energia, que é utilizada para aquecer mini-turbinas de água e gerar vapor. A partir disso, é produzida eletricidade suficiente para movimentar um veículo que se prova muito mais econômico do que as opções disponíveis atualmente no mercado.

O CEO da Laser Power Systems afirma que uma unidade de produção de 250 MW possui dimensões reduzidas o bastante para permitir seu uso em veículos domésticos. Ao todo, a invenção pesaria aproximadamente 227 quilos, o que eliminaria qualquer tipo de impedimento para o uso em larga escala.

Radioatividade

(Fonte da imagem: WardsAuto.com)O tório é um elemento ligeiramente radioativo que ocorre de forma natural na Terra e pode ser encontrado na maioria dos tipos de rocha e solos, sendo cerca de três vezes mais abundante que o urânio. Descoberto em 1828 pelo químico suíço Jons Jakob Berzelius, o nome do elemento tem origem em Thor, o deus do trovão nórdico.

O uso do elemento como fonte de energia é controverso, já que é uma das opções normalmente utilizadas por usinas nucleares. Segundo Jim Hedrick, especialista em metais industriais, o uso do elemento é “ao mesmo tempo plausível e sensato”.

Devido à sua densidade, o material é considerado como uma ótima fonte de energia: um grama de tório é capaz de produzir energia semelhante a 28391 litros de gasolina. Ao utilizar oito gramas do elemento em um veículo, isso significa que o motorista nunca teria que reabastecê-lo.

Stevens afirma que a radioatividade natural do elemento poderia ser bloqueada facilmente, através do uso de uma caixa de aço inoxidável com 7,6 centímetros de espessura. Além disso, será usada uma cobertura de folhas de alumínio para evitar a propagação de qualquer isótopo potencialmente prejudicial.

Desafios a superar

O maior desafio enfrentado pela Laser Power Systems atualmente é conseguir construir um motor funcional que siga o projeto proposto. A expectativa é de que a companhia, que atualmente conta com 40 empregados, consiga produzir um protótipo funcional nos próximos dois anos.

Segundo Stevens, a falta de investimento no elemento se deve a uma decisão estratégica tomada após a Segundo Guerra Mundial. Na ocasião, a energia produzida pelo urânio foi priorizada devido ao seu subproduto – o plutônio -, que poderia ser usado no desenvolvimento de armas. Em contrapartida, é praticamente impossível construir uma bomba a partir do tório.

O CEO da Laser Power System afirma que, apesar do elemento produzir urânio 233 como subproduto, é necessária uma quantidade muito grande de trabalho e energia para transformá-lo em armamentos. Dessa forma, o produto poderia ser utilizado sem qualquer problema por automóveis, já que o calor produzido pelos veículos estaria longe de ser suficiente para provocar uma reação de fissão.

 

A Milleniata anunciou nesta segunda-feira (15 de agosto) o lançamento do M-DISC e da tecnologia de armazenamento em discos M-READY. Segundo a companhia, os novos produtos garantem a gravação de discos de backup que não se deterioram com processos naturais e são capazes de durar por gerações sem qualquer perda de dados.

A companhia também anunciou uma parceira com a Hitachi no desenvolvimento de unidades de gravação de DVD compatíveis com os novos M-DISCs. As informações gravadas podem ser lidas por qualquer reprodutor de DVD convencional, característica que aumenta a compatibilidade dos discos com os mais diferentes tipos de aparelhos.

Dados que duram para sempre

Os M-DISCs gravam informações em um material inorgânico com características semelhantes a uma rocha, ao contrário dos diodos orgânicos normalmente utilizados pela indústria. Com isso, o produto não só possui mais resistência a danos físicos como está isento da ação de processos de degradação naturais. Como contrapartida, os dados gravados nunca poderão ser apagados ou regravados.

A expectativa é que tanto os discos como o drive de gravação estejam disponíveis no site oficial da Milleniata a partir de setembro. Segundo a companhia, lojas convencionais devem começar a receber as novidades em algum momento de outubro deste ano.

Cada M-DISC possui capacidade de armazenamento semelhante à de um DVD comum, com espaço para a gravação de 4,7 GB de dados. O preço unitário de cada disco é de US$ 2,99, e também é possível adquirir pacotes com cinco (US$ 13,89) ou dez (US$ 26,59) unidades. Segundo a companhia responsável, versões de Blu-Ray com a nova tecnologia devem ser anunciadas em breve.

Um estudante brasileiro de design apresentou um conceito que poderia trazer a alta tecnologia e as redes sociais para o tratamento de fraturas ósseas. Batizado de “Bone” (osso, em inglês) o “gesso high tech” possui sensores eletromiográficos espalhados por toda a tala imobilizadora, monitorando a musculatura ao redor da fratura em tempo real e enviado os dados para um PC via Wi-fi.

O projeto conceitual foi elaborado por Pedro Nakazato Andrade, um estudante do Instituto de Design e Interação de Copenhagen, na Dinamarca. Durante uma entrevista com o site de design Ecouterre, o brasileiro explica que o objetivo do “Bone” é acelerar o tratamento da fratura através de correções e exercícios que podem ser aplicados com mais precisão, graças aos dados coletados pelo aparelho.

As informações seriam envidas a uma comunidade para que médicos e outros pacientes possam compartilhar as experiências e ajudar uns aos outros, uma forma de incentivar que o paciente siga o tratamento com mais disciplina. Segundo Pedro, fazer com que as pessoas mantenham a agenda de automedicação em casa ainda é um dos maiores desafios da medicina.

A Google anunciou na manhã desta segunda-feira (15 de agosto) a compra da Motorola Mobility pelo valor de US$ 40 por cada ação, resultando em um negócio total de US$ 12,5 bilhões. O acordo foi aprovado por unanimidade entre os conselhos de administração de cada companhia, e representa um ganho de 63% em relação ao valor das ações da Motorola na última sexta-feira (12 de agosto).

A aquisição da Motorola vai permitir que a Google fortaleça ainda mais a marca Android, aumentando a competição no mercado de telefonia móvel. A Motorola Mobility será operada como um negócio separado pela companhia de Mountain View, que continuará a disponibilizar o sistema operacional para smartphones como uma plataforma aberta.

Proteção contra competidores

Em uma atualização publicada no blog oficial da Google, Larry Page afirma que a compra não se deve somente ao apoio que a companhia dava ao Android, mas também devido ao fato da Motorola ser “uma líder de mercado em dispositivos caseiros e no negócio de soluções em vídeo”.

O fundador da gigante de buscas também afirma que a compra vai ajudar a desenvolvedor o portfolio de produtos da companhia, ajudando a se protege das ameaças representadas pela Microsoft, Apple e outras empresas. Page também se comprometeu a continuar a parceira entre o Android e outros fabricantes, afirmando que a compra da Motorola não deve representar prejuízos a nenhum parceiro.

A transação ainda está sujeita ao recebimento de aprovações de órgãos regulatórios dos Estados Unidos, União Europeia e outras jurisdições. A expectativa é que o negócio se concretize entre o final de 2011 e o começo de 2012.

Reação positiva do mercado

Os parceiros comerciais da Google responderam de maneira positiva ao anúncio da compra da Motorola. Peter Chou, CEO da HTC, disse que a notícia é bem-vinda e mostra o comprometimento da gigante de buscas em defender a plataforma Android, seus parceiros e todo o ecosistema de sistema operacionais para smartphones.

Bert Nordberg, presidente e CEO da Sony Ericsson, tem opinião semelhante, destacando o comprometimento da companhia em defender o Android e seus parceiros. Da mesma forma, Jon-Seok Park, presidente e CEO da LG expressou animação quanto à nova empreitada da empresa da Mountain View

O Q4Wine é uma aplicação muito interessante que veio para facilitar ainda mais a vida dos usuários de Linux. Trata-se de um assistente para o Wine. Além de reunir várias informações sobre os aplicativos que estão sendo executados, o programa também permite encerrar cada processo do Wine separadamente.

Com uma interface bem simples e em português, o Q4Wine mostra que veio para conquistar aqueles que utilizam o sistema operacional do pinguim, mas ainda dependem de algumas aplicações que só rodam em Windows.

Interface e opções

O Q4Wine apresenta uma interface bem amigável e didática, além de muito prática. O usuário conta com a ajuda de um sistema de abas empregado na organização das funcionalidades da aplicação. Além de deixar a tela mais organizada, fica bem mais simples encontrar as funções do programa.

Tela de processos em execução

Cada uma destas abas possui um conjunto de botões característico, que permitem o fácil acesso às funções do Q4Wine. Abrindo a guia “Pocessos” (Processos), por exemplo, o usuário tem acesso à todos os processos que estão sendo executados dentro do Wine.

Na guia “Programas”, por sua vez, é possível encontrar um atalho para todos os programas que foram instalados dentro do Wine. O mais legal do Q4Wine é que ele permite a personalização de ícones e até mesmo do nome que o atalho terá.

Personalizando o ícone

Como utilizar

O funcionamento do Q4Wine é bem simples e tudo pode ser facilmente acessado com o clique do mouse. Há duas maneiras de simular um aplicativo por meio dele. A primeira é clicando com o botão direito do mouse sobre o arquivo EXE (ou MSI) baixado e escolher a opção “Abrir com Q4Wine”. A segunda forma é clicando no menu “Arquivo” e escolhendo a opção “Executar programa”.

Independente da maneira que você escolher, a tela de configuração da aplicação será exibida. Nela você pode configurar e personalizar o ícone dos atalhos e também a localização do executável. Outra opção bacana que o Q4Wine traz é a possibilidade de simular a aplicação em um desktop virtual do tamanho que o usuário desejar.

Aplicativo sendo simulado

Versões DEB

Em sua página na internet, o desenvolvedor disponibiliza versões do aplicativo em pacotes do tipo DEB. Embora não sejam os pacotes oficiais, criados pelo próprio John Brezerk, ele afirma que são confiáveis e podem ser utilizados sem problemas

O design de aeronaves pode mudar drasticamente depois de testes realizados pela Universidade de Southampton, na Inglaterra.  O primeiro avião totalmente impresso em 3D decolou nesta quinta-feira (28) na Inglaterra por apenas 10 minutos, porém tornou-se um marco na área por seu pioneirismo.

Batizado de SULSA (sigla para Southampton University Laser Sintered Aircraft), o modelo funciona por energia elétrica e é bem menor que uma aeronave comum, com asas de apenas 2 metros de envergadura. Para construí-lo, foi utilizada uma EOS EOSINT P730.

O método de fabricação é o do laser de sintetização, que monta os objetos de plástico ou metal camada por camada e permite alterações mínimas no design do objeto criado. Isso é possível também graças à impressora: o avião foi dividido em vários pedaços, impressos separadamente e reunidos através de encaixes projetados pela própria máquina.

(Fonte da imagem: Universidade de Southampton)

A partir de um piloto automático, o SULSA pode alcançar até 160 km/h. Em velocidades menores, ele ainda consegue ser bastante silencioso.

Os aviões feitos por impressoras 3D podem ser desenvolvidos em questão de dias e a partir de um custo baixo, diferentemente da fabricação convencional. Por enquanto, não há previsões de que essa tecnologia seja atualizada para naves tripuladas.