Arquivo de março, 2011

Bandeira VISA já anunciou o uso de NFC para pagamentos há tempos (Fonte da imagem: VISA/Reprodução)

Reuters. Por Sakthi Prasad – O Google está se aliando ao Citigroup e à Mastercard para criar um sistema de pagamento móvel que vai tornar os celulares com o sistema operacional Android em uma espécie de carteira eletrônica, publicou o Wall Street Journal, citando fontes próximas do assunto.

A nova tecnologia, que está em estágio inicial, permitirá que os consumidores passem seus celulares Android diante de um pequeno leitor de um caixa para fazer pagamentos, publicou o jornal.

O sistema de pagamentos planjedo permitirá ao Google oferecer a varejistas mais dados sobre seus consumidores e ajudá-los a fazer propaganda dirigida e a fazer ofertas de descontos a usuários de dispositivos Android que estejam perto de suas lojas, informaram fontes ao jornal.

O Google não deve cobrar tarifas por transação, segundo o diário.

Inicialmente, detentores de cartões de crédito e débito emitidos pelo Citigroup poderão pagar suas compras ao ativar um aplicativo de pagamento.

Representantes do Google, Citigroup e Mastercard não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

Entenda como funciona o NFC, sistema responsável por pagamentos digitais.

 

Novo equipamento pode ser muito mais eficaz

Fonte da imagem: Wikimedia Commons/Peter Kuiper

Pesquisadores da Universidade de Harvard (Estados Unidos) estão buscando uma nova alternativa para ajudar os bombeiros no combate a incêndios: “canhões” de descargas elétricas. Hoje já existem avanços nos estudos e, ao que tudo indica, em breve será possível aplicar a nova tecnologia a situações reais.

Pode parecer uma grande loucura, mas, de acordo com os responsáveis pelo projeto, esses canhões elétricos podem ser muito eficientes. As chamas dos incêndios, apesar de desordenadas, são estáveis. Com descargas elétricas de alta potência, as partículas de carbono das chamas são atingidos com tamanho choque de instabilidade que acabam sofrendo colapso.

Até agora, as promessas não giram em torno do combate a grandes incêndios, mas sim para determinadas situações relacionadas a eles. Com os canhões seria possível ultrapassar obstáculos bastante penosos, como portas em chamas ou até mesmo pequenos túneis tomados pelo fogo, sendo extramamente importante em situações de resgate.

Caso o sistema seja utilizado pelo corpo de bombeiros, será a primeira vez em muito anos que uma nova tecnologia será aplicada a esse tipo de atividade. Ainda hoje são utilizados os antigos sistemas de combate a chamas: água e pó químico, em caso de ambientes com dispositivos elétricos.

 

(Fonte da imagem: TIM/Reprodução)

Reuters. Por Alberto Alerigi Jr. – A participações de mercado das operadoras celulares Vivo, Claro e Oi recuaram em fevereiro na comparação anual, enquanto a TIM avançou a mais de 25 por cento no mês passado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Vivo, controlada pela Telefónica, encerrou fevereiro com uma participação de 29,55 por cento do mercado móvel nacional, equivalente a 61,34 milhões de acessos. Um ano antes, a fatia da empresa era de 29,93 por cento enquanto em janeiro era de 29,65 por cento.

Em comparação, a TIM praticamente divide a segunda posição no mercado brasileiro com a Claro. A empresa da Telecom Italia fechou o mês passado com participação de 25,16 por cento enquanto a Claro, da América Móvil, teve 25,47 por cento.

Um ano atrás, a TIM tinha 23,65 por cento de participação em fevereiro e a Claro, 25,50 por cento.

Na quarta posição no ranking das operadoras celulares, a Oi viu sua fatia recuar de 20,56 por cento em fevereiro de 2010 para 19,47 por cento no mês passado, segundo os dados da Anatel.

Em fevereiro, a base de linhas celulares do Brasil subiu 22 por cento em 12 meses, para 207,6 milhões de acessos. Nos dois primeiros meses do ano, a base registrou 4,6 milhões de novas habilitações.

Segundo a Anatel, o número absoluto de novas habilitações nos dois primeiros meses de 2011 foi o maior dos últimos onze anos.

 

Considerado um dos sistemas mais complicados de se usar, o Linux foi se tornando cada vez mais amigável com o passar dos anos, permitindo ao Ubuntu ser uma das distribuições mais usadas por quem procura um software livre.

Com a Central de Softwares, qualquer um é capaz de inserir aplicativos no computador sem muita dificuldade, facilitando ainda mais o processo de uso do sistema operacional. Entretanto, como tudo na vida, ainda há espaço para melhorias.

A novidade que aparecerá na versão 11.04 do Ubuntu, a ser liberada no mês que vem, permite que você teste os seus aplicativos na Central antes mesmo de instalá-los no computador. Dessa forma, você não perde tempo removendo aquilo que não gostou, podendo visualizar algumas características antes mesmo de ocupar espaço em disco.

Para isso, basta encontrar um programa pelo qual você tenha se interessado e clicar no botão “test drive”. A Central vai abrir um pequeno aplicativo já na descrição do software que você pretende instalar, dando a você a oportunidade de conhecer o que vai usar com antecedência.

Teste drive do Ubuntu

Porém, fique de olho: você deve ter o pacote qtnx instalado em seu sistema, senão o buffer no servidor remoto, responsável pelo teste, não será realizado. Vale a pena dizer que não são todos os aplicativos da Central que possuem a opção do “test drive”.

(Fonte da imagem: Sony/Reprodução)

Reuters. Por Liana B. Baker – Raheem Patterson, 35, comprou um televisor de tela plana há apenas 18 meses. Mas o personal trainer já está considerando trocar o novo aparelho por um modelo 3D.

Cinco vezes por semana, Patterson joga “Call of Duty: Black Ops” e poderia fazer isso em 3D se estivesse disposto a investir entre 500 e 5 mil dólares em um novo televisor. “Eu compraria, pelo visual melhor”, disse.

Sony, Mitsubishi Electric e Samsung Electronics, entre outros fabricantes, estão esperando que Patterson não seja o único. As vendas de televisores 3D ainda não decolaram e jogadores jovens e com dinheiro para gastar em games e entretenimento têm papel crítico na criação do entusiasmo que pode popularizar um novo produto.

O setor mundial de videogames, que movimenta 60,4 bilhões de dólares ao ano, também está apostando no 3D. Os produtores de videogames estão em uma encruzilhada e querem manter a atratividade de seus produtos em um momento em que títulos mais baratos para aparelhos portáteis e games para o Facebook pressionam os lucros de suas empresas.

Em um esforço para reverter a situação, os dois setores estão apostando que os consumidores vão se divertir com jogos em três dimensões.

“Todos estamos em busca da solução mágica para o 3D, e jogos são uma forma de conteúdo que faz sentido para o 3D,” disse Frank DeMartin, vice-presidente de marketing da Mitsubishi Digital Electronic America. Todos os televisores fabricados pela Mitsubishi, que se concentra em aparelhos com telas de pelo menos 73 polegadas, agora oferecem recursos 3D.

Mas talvez não haja empresa com aposta maior em 3D do que a Sony, cuja divisão de televisores vem sofrendo prejuízo há seis anos e deve divulgar nova perda no ano fiscal que se encerra em março.

Para ajudar a estimular as vendas, a Sony investiu em parcerias com a Discovery e IMAX, a fim de lançar um canal de televisão 3D 24 horas. Além disso, o console de videogames PlayStation 3 também permite jogar títulos em 3D.

“Vamos começar a ver uma adoção em massa do 3D acontecendo em 2011”, afirmou o porta-voz da Sony, Dan Race. Ele acrescentou que o objetivo da companhia é ter uma “saturação ampla” de entretenimento em 3D até 2014.

Mas alguns investidores se mostram céticos. “Isso é ridículo porque não há maneira do 3D ser adotado em massa em 2011”, disse Ted Pollak, que administra o EE Fund Management, um fundo de investimento focado na indústria de videogames.

Junto com outros observadores do mercado, Pollak cita o custo dos televisores 3D como obstáculo para jogadores e consumidores em geral, afirmando que “ninguém que tenha investido em TVs HD alguns anos atrás vai arrancá-los da parede” para trocá-los por modelos 3D mais caros.

Além disso, Jesse Divnich, analista da EEDAR, uma empresa de pesquisa do mercado de videogames, afirma que há apenas alguns jogos 3D para o Xbox 360 e cerca de 20 para o PlayStation 3.

Mas isso pode mudar em breve. “Call of Duty: Black Ops” foi lançado em 3D pela primeira vez e até o final de 2011, a Sony afirma que vai ter 30 jogos disponíveis em três dimensões.

Use o 3G do celular no computador

O celular se tornou um gadget indispensável na vida dos usuários, e não apenas para fazer e receber ligações ou enviar mensagens. Os aparelhos são verdadeiros computadores, com direito a acesso a internet e aplicativos poderosos.

Aproveitando a onda de celulares com acesso a rede mundial de computadores, as operadoras de telefonia móvel lançaram pacotes de dados que permitem ao usuário navegar na internet mesmo em locais que não há redes Wi-Fi disponíveis. O legal é que dessa forma você pode utilizar o aparelho como modem, acessando emails e sites em qualquer computador e em qualquer lugar.

O processo de transformar o celular em modem recebe o nome de tethering. A ideia é compartilhar a internet com outros aparelhos por meio de conexões USB, Bluetooth e Wi-Fi (os chamados hotspots).

Como transformar o celular em um modem não é uma tarefa comum no dia a dia dos usuários, criamos este tutorial com os passos necessários para configurar os aparelhos e navegar na internet usando o 3G do telefone móvel.

Pré-requisitos

Antes de mexer nas opções do celular, fique atento aos pré-requisitos necessários para que os passos apresentados no tutorial possam ser realizados sem problemas. Você vai precisar de:

  • Pacote de dados
  • Conexão 3G
  • Sistema operacional com suporte à função
  • Verificar quais operadoras permitem transformar os aparelhos em modem

O usuário também deve ficar atento se o plano assinado possui limite quanto à utilização do serviço. Além disso, algumas operadoras de telefonia móvel podem cobrar taxas pela utilização do tethering.

Cuidado para não pagar a mais pelo serviço

Vale lembrar que, mesmo com as dicas apresentados neste tutorial, alguns celulares podem apresentar problemas no compartilhamento da internet devido a erros de configuração da rede. Nesses casos, o melhor a fazer é procurar a operadora para que as modificações necessárias sejam realizadas corretamente.

É importante saber exatamente o que o seu plano de dados permite ou não fazer. Dessa forma você evita surpresas desagradáveis quando a conta de celular chegar a sua casa. Caso não saiba todas as informações do plano, é aconselhável ligar para a operadora e esclarecer todas as dúvidas.

Antes de começar…

O que é hotspot?

Um hotspot nada mais é do que um lugar onde tecnologia Wi-Fi está disponível aos frequentadores. Cafés, shoppings, aeroportos e hotéis são lugares que normalmente possuem pontos de acesso para que os usuários possam se reunir e navegar na internet.

Em português, os hotspots normalmente são chamados de pontos de acesso ou pontos de extensão. Normalmente há placas indicando que os estabelecimentos disponibilizam Wi-Fi para seus clientes.

Ativando as configurações

No iPhone

A configuração para transformar o iPhone em hotspot é bem simples. O primeiro passo é ativar o 3G no aparelho. Em seguida, acesse a opção “Ajustes” e selecione “Acesso Pessoal”. Na tela seguinte, ative o compartilhamento e defina uma senha para o acesso à internet do seu celular.

Configurando o iPhone

O legal é que o iPhone permite utilizar o Wi-Fi, Bluetooth ou a conexão USB para compartilhar a conexão 3G com outros aparelhos. Pronto, agora é só ativar o Wi-Fi (ou outra tecnologia) do seu computador, selecionar o iPhone na lista de serviços de rede e navegar na internet.

No Android

A nova versão do Android, a Froyo, possui suporte nativo ao tethering, mas ainda requer aplicativos para ativá-lo e, em alguns casos, a alteração de configurações, como o 3G Mobile Hotspot, app padrão do sistema que permite ativar e desativar rapidamente o serviço de pontos de acesso.

Outra boa opção de app é o Quick Settings. Ele reúne em um só local diversas configurações do aparelho, incluindo opções de rede. Por meio dele, você consegue ativar e desativar o 3G, Wi-Fi e hotspot com um simples toque na tela.

O Quick Settings

Para os usuários mais avançados há o Proxoid, que transforma seu celular em um servidor Proxy. Para isso, basta ativar o app e anotar as configurações de endereço fornecidas. Depois é só configurar o computador para se conectar à internet utilizando o endereço Proxy do celular. Como você pode perceber, essa opção é apenas para aqueles que sabem como alterar as preferências no celular e do PC também.

Aplicativo no Android

Demais sistemas

As configurações de rede normalmente seguem um padrão lógico, independente do sistema operacional utilizado pelo usuário. Isso significa que, se você sabe como ativar e desativar o Wi-Fi de um SO, não terá grandes dificuldades em fazer isso em outro.

Geralmente, os aparelhos trazem uma opção no menu chamada “Configurações” ou “Personalização”. Como os nomes sugerem, elas abrigam diversas configurações do sistema, inclusive aquelas que estão relacionadas com a rede.

É muito comum encontrar itens como “Wi-Fi” ou “Conexões de rede” presentes nas telas de configurações, os quais são responsáveis pela ativação dos serviços no aparelho. Também nessas opções o usuário encontra a ativação do tethering, caso o aparelho ofereça suporte ao serviço.

Alguns aparelhos são mais complicados, mas em linhas gerais, é na tela “Configurações”, opção “Wi-Fi” ou “Conexões” que você encontra tudo de que precisa para ativar a internet do seu celular e compartilhá-la com outros aparelhos.

Esperamos ter ajudado o usuário com este tutorial. Não se esqueça de enviar seu comentário com dúvidas e dicas adicionais às que foram apresentadas.

Sempre que os usuários reclamam de algum problema relacionado à banda larga, os atendentes das operadoras pedem para que o modem seja reiniciado. Você já deve ter passado por isso e, caso seu problema não tenha sido resolvido, certamente ficou pensando em poucas e boas para dizer ao funcionário da empresa de atendimento e suporte técnico.

Quem nunca teve problemas com eles?

Mas será que realmente é possível consertar uma conexão apenas desligando e religando o modem em seguida? Ou estaríamos apenas dando tempo para que os operadores encontrem verdadeiros erros nos servidores? Descubra se estas instruções do suporte técnico possuem algum fundamento ou se tudo não passa de um mito da manutenção de redes.

“Oi, não consigo acessar meu modem!”

Uma das primeiras ações que os usuários podem fazer para saber se a internet não está disponível, ou se é o modem que não está enviando o sinal, é tentar acessar o painel de configurações do roteador. Geralmente este acesso é feito pelo navegador, no qual é inserido o endereço do gateway padrão e também os dados de administração da rede.

Se o computador não conseguir contato com o modem, significa que o modem está completamente impossibilitado de enviar pacotes de dados. Provavelmente ele está recebendo o sinal de internet pela linha telefônica, mas como as portas estão travadas, os computadores e outros dispositivos ligados a ele não conseguem receber o mesmo sinal.Se você não conseguiu chegar a esta tela, é hora de reiniciar o modem.

Para resolver este problema, é realmente necessário seguir os passos indicados pelo suporte das operadoras – desligar e ligar o aparelho novamente. Quando o modem é reiniciado, as portas são destravadas e o sinal volta a fluir normalmente para os computadores.

Mas por que os modens travam?

Há vários motivos que podem ocasionar o travamento dos modens, mas alguns deles ocorrem com mais frequência do que outros. É o caso dos “picos de luz”, que podem afetar os roteadores de várias maneiras, causando inclusive danos físicos nos aparelhos. Por isso, é recomendado que sejam utilizados estabilizadores ou filtros de linha nos dispositivos.

De maneira geral, sempre que a rede elétrica recebe mais energia do que o padrão, ocorrem “picos de luz”, que podem gerar sobrecargas nos aparelhos eletrônicos que estiverem ligados nas tomadas. Com esta sobrecarga, os modens acabam “se perdendo” e as portas são travadas, impedindo o sinal de internet de ser distribuído para outros aparelhos.

Sujeira na linha

Outra causa muito comum de travamento de modens é a instabilidade no sinal de internet. O sinal ADSL é bastante sensível, por isso qualquer ruído pode gerar “sujeira” na linha e fazer com que o modem seja travado. Resolver este problema pode ser um pouco mais complicado, mas um dos passos para a resolução é a reinicialização do modem.

Com a interrupção na demanda do sinal, a empresa que oferece a internet banda larga pode realizar verificações na qualidade dos dados transmitidos. Se este for o problema da sua internet, provavelmente será recomendado que você instale filtros de linha nas tomadas telefônicas, para separar o sinal ADSL e o sinal de voz com maior clareza.

Sobrecarga de tarefas

Quando ficamos muito tempo sem descansar, nosso corpo passa a responder com menos clareza. Com a tecnologia também é assim: se você deixar seu modem muito tempo ligado, ele pode acumular erros de sinal e chega a travar. Para corrigir este problema também só será necessário reiniciar o aparelho.

Roteadores wireless também passam pelo mesmo problema.

Mas para evitar que isso aconteça com frequência, tudo o que você precisa fazer é desligar o modem em momentos de ociosidade da rede. Por exemplo, se todos estiverem dormindo, não há motivos para que o aparelho continue ligado. O mesmo pode ser dito para momentos em que todos estão fora.

…..

Como você pode perceber, reiniciar o modem é realmente uma boa ideia nos momentos em que o problema da internet está apenas na rede interna. Em casos de dificuldades ou problemas gerados pela operadora de telefonia (tanto na transmissão do poste às tomadas ou dos servidores aos postes), os procedimentos precisam ser realizados por técnicos especializados.

Agora conte-nos  se você já passou por situações deste tipo. Aproveite para dizer se você achava que tudo não passava de um mito.

 

Não é fácil conquistar um grande número de usuários fiéis como a Mozilla cativou com o navegador Mozilla Firefox. Lançado para o público em 2004, rapidamente o browser se tornou uma das principais alternativas na web, ganhando espaço e se tornando o segundo colocado absoluto na preferência do público.

Ao longo de suas diversas versões, o navegador passou por várias mudanças. Num mercado acirrado como o dos browsers, as inovações têm lugar a cada nova atualização e as versões finais, muitas vezes, ditam tendências e acrescentam muitos conceitos que, posteriormente, serão seguidos pela concorrência.

Mozilla Firefox 4.0

A versão 4.0 encerra o ciclo de atualizações das versões RC1 e RC2 e, além das correções necessárias de programação, disponibiliza novidades e ferramentas aperfeiçoadas para o usuário, resultando em uma interface mais limpa e velocidade de navegação ainda mais rápida.

Analisamos cada detalhe da nova versão do browser da Mozilla Foundation, levando em consideração todas as suas novidades. Será que desta vez o navegador da raposa de fogo vai conquistar de uma vez por todas um lugar na sua Área de Trabalho?

Visual limpo e renovado

Para quem já havia testado as versões RC1 e RC2, o novo visual pode não ser nenhuma surpresa. Contudo, se comparado à versão 3.6 as mudanças são significativas. O Mozilla Firefox está mais limpo e minimalista, exibindo por padrão apenas as informações e funções estritamente necessárias à navegação.

Botão Firefox

Visual do Mozilla Firefox 4.0

No canto superior esquerdo, o navegador ganha o botão Firefox. A partir dele é aberto um menu de contexto com acesso a diversas funções que, anteriormente, se apresentavam em na barra de ferramentas. Opções como “Nova aba” (também disponível pelo atalho Ctrl+T), “Nova janela” e “Abrir arquivo” podem ser encontradas neste menu.

Acesso à lista de sites “Favoritos”, “Histórico” de navegação, gerenciador de “Downloads” e “Complementos” não mais ficam disponíveis a simples clique, mas todos estão organizados dentro do menu Firefox, uma espécie de “Iniciar” dentro do navegador.

Abas de aplicativos

Opções complementares ocultas no menu

Uma das funções mais interessantes criadas pelo Firefox foi a introdução de complementos e add-ons para o navegador, característica que hoje parece indispensável para muitos usuários em qualquer browser que seja.

Aperfeiçoado, o acesso aos complementos agora é feito em uma nova aba. Para acessá-lo basta ir ao menu Firefox > Complementos ou ainda digitar o comando “about:addons” na barra de endereços do navegador. O procedimento de instalação é o mesmo, mas a partir de agora não é mais necessário reiniciar o browser para que uma extensão entre em funcionamento.

Permaneça em sincronia

Sincronia com facilidade

Para quem utiliza mais de um computador, manter o histórico de navegação, bem como as URLs favoritas acessíveis a partir de qualquer de lugar, até então era uma tarefa que requeria o uso de uma extensão ou de serviços complementares, como uma conta de usuário da Google.

A partir de agora, a opção Sync passa a ser nativa do navegador. Ou seja, basta acessá-la no menu “Firefox” e selecionar “Configurar Sync”. A partir de um endereço de email e uma senha, todas as suas informações salvas podem ser acessadas em qualquer computador. A sincronia vale ainda para preferências e e senhas.

Melhoria no uso de memória

Uso de memória do Firefox 4

A redução da carga no uso de memória RAM durante os processos sempre foi um dos pontos que pesaram negativamente contra o browser. Afinal, muitos usuários relatavam processos maiores do que 200 MB apenas para abertura de uma aba ou janela.

Graças às novas tecnologias de aceleração de hardware, mesmo com muitas abas abertas e requerendo a execução de conteúdos em Flash e JavaScript, o Firefox manteve em nossos testes uma média de uso de memória entre 140 e 150 MB, o que demonstra um claro avanço no gerenciamento de recursos.

WebM, HTML5, CSS3, SVG, WebGL…

Gerenciamento de complementos

Antigamente, bastava o nome de um plugin para identificar todas aquelas tecnologias compatíveis com o navegador. Hoje, é preciso ficar atento ao suporte disponível para diversas linhas de programação. A ausência de uma delas pode significar a morte prematura de um browser antes mesmo do seu lançamento.

Nesse quesito, o Mozilla Firefox está em dia com as últimas novidades. Além do suporte completo para HTML5, que proporciona recursos mais dinâmicos para a criação de páginas, e CSS3, que define folhas de estilo com mais transições e efeitos na web, há compatibilidade com SVG e WebM.

Já a SVG é uma tecnologia para definição de componentes gráficos vetoriais, aperfeiçoando o uso de imagens dinâmicas na rede. Por fim, o codec WebM funciona em parceria com o HTML, proporcionando taxas maiores de compressão em vídeos de alta qualidade.

Para que possa exibir gráficos em 3D com melhor qualidade e velocidade, o Firefox aprimorou os recursos de WebGL. A tecnologia trabalha em parceria com o HTML5 e conta com gerenciamento automático de memória.

Aceleração gráfica

Abas organizadas no Firefox

Para melhorar o carregamento das páginas, algumas operações de processamento passam a ser feitas com auxílio da placa gráfica. Isso acontece graças à interface Direct2D, disponível nas versões mais recentes do Windows.

O recurso é desativado na configuração padrão do programa, para evitar gastos maiores com energia elétrica, principalmente para usuários que utilizam o navegador em notebooks e não podem descuidar da carga de bateria.

Compatibilidade com multitouch

Muitos do tablets que chegam ao mercado virão com o Windows 7 como sistema operacional. Para eles, o Firefox 4.0 passa a contar com suporte para as versões multitouch, trazendo funções adicionais para o navegador.

Opções como cortes, redimensionamento de elementos, ajuste de zoom, giro de itens e empilhamento de imagens agora podem ser comandadas utilizando apenas a ponta dos dedos, um avanço necessário para a nova geração touchscreen de portáteis.

Panorama

Função Panorama

Há algum tempo, foi publicado o aplicativo Tab Candy, uma espécie de versão primária do Mozilla Firefox 4 que apresentava um embrião do que agora passa a ser chamado de “Panorama”.

Ao lado do sinal de adição para abrir uma nova aba, basta clicar sobre uma pequena flecha indicativa para ter acesso a outro submenu. Selecione “Grupos de abas” para exibir em forma de miniatura todas as abas abertas. Além disso, é possível organizá-las em grupos específicos, criando seleções específicas.

Acid3 Test

Resultado no teste  Acid 3

Um dos testes mais comuns utilizados para comprovar a eficácia de um navegador é o Acid3 Test. No início do ano, outros sites e blogs realizaram testes com os principais browsers do mercado e, na ocasião, o Firefox obteve como resultado 94/100 pontos.

No novo teste que realizamos, a versão 4.0 do navegador atingiu a marca de 97/100 pontos. Vale lembrar que Safari, Chrome e Opera, já haviam alcançado a marca de 100 pontos. O Internet Explorer 9 obteve 95 no mesmo teste.
Faça o seu Download

Pneus contarão com chip que avisa quando estão carecas

Fonte da imagem: Goodyear

A tecnologia RFID será utilizada no Brasil para identificar, em tempo real, as condições técnicas de pneus em caminhões. A novidade será implantada no país pela Goodyear, que já vendia o chip separadamente dos pneus.

Armazenando as informações de posição do veículo, quilometragem, pressão de ar e profundidade de sulco, o sistema de gerenciamento de frotas atualiza os dados via telemetria. O software utilizado é o Tire IQ. O primeiro modelo a receber a nova função será o 295/80R22.5 G658.

Integrado ao sistema RS Web, o usuário pode acessar as informações a partir de qualquer computador com internet. Os dados e funcionalidades do software podem ser atualizados em tempo real. Além disso, é possível gerar relatórios de todas as atividades de movimentação e manutenção.

O produto estará disponível para os consumidores brasileiros a partir do segundo semestre. A novidade foi apresentada durante a Goodyear Innovation Experience, realizada nesta semana na cidade de Americana, interior de São Paulo.

 

Preços mais altos e atrasos estão na lista de prejuízos acumulada pelo país durante tragédia.

A cada nova informação que é divulgada, fica a impressão de que a situação do Japão não pode ficar mais crítica. O país precisa suportar terremotos, efeitos do tsunami, radiação saída de usinas nucleares e a falta de suprimentos causada por essa combinação de ações da natureza.

Mas além dos danos materiais e das vidas perdidas (até a publicação deste artigo, o número já passa de 3 mil mortos), é necessário prestar atenção também nas consequências que tudo isso trará para a economia e, mais especificamente, para o mundo da tecnologia.

As catástrofes naturais no Japão balançaram todos os setores do país. (Fonte da imagem: Reuters)

O país oriental é, afinal, um dos maiores polos mundiais da área, principalmente por sustentar um grande número de empresas que normalmente estão entre as principais na fabricação de produtos de diversas áreas.

Sendo inegável essa importância para o mercado de gadgets, é claro que um desastre de tamanha proporção cause problemas na importação e exportação de eletrônicos e acessórios. Nosso site explica alguns desses problemas, que precisam ser superados pelo Japão daqui para frente.

Produções prejudicadas

São vários os fatores que devem afetar o ritmo acelerado de produção e suprimento da indústria tecnológica japonesa, resultando até em escassez nos casos mais graves. Felizmente, ao menos os danos materiais registrados foram poucos.

Empresas como a Sony e a Honda confirmaram acidentes em unidades localizadas em municípios atingidos, mas ambas as companhias ainda calculam quanto foi perdido com eventuais inundações ou desabamentos.

Já um fator conhecido que deve causar bastante prejuízo é o racionamento de energia, previsto para todo o território do país. O governo japonês dividiu as cidades em blocos, que deverão passar de três a seis horas no sistema de economia, que pode durar até abril.

Pequenas quedas de energia já causavam problemas que custavam caro para grandes companhias. Dessa forma, apagar todas as máquinas por algumas horas pode ter consequências bastante consideráveis.

Além disso, o sistema de transporte está bem comprometido em todo o país, principalmente no Nordeste. Repassar matérias-primas, componentes menores e carregamentos de produções finalizadas, portanto, tornou-se uma tarefa difícil e demorada.

O Japão sempre figura nas primeiras posições na produção de eletrônicos e seus componentes.

Por fim, grande parte das fábricas decidiu fechar as portas de suas filiais por tempo indeterminado nas regiões atingidas. Até mesmo a indústria dos games sofrerá atrasos por diversos motivos , como apresentar jogos cujos cenários envolvem desastres naturais.

Preços elevados

Estimativas do instituto iSuppli indicavam que, em 2010, o Japão respondia por 13,9% da produção e revenda de eletrônicos em todo o mundo. Com os desastres recentes, esses dados correm o risco de sofrer leves alterações.

Os eletrônicos produzidos por lá devem sofrer um aumento geral de preços. Todas as paralisações terão efeitos pesados na receita das companhias – e o lucro obtido com as vendas terá que ser o bastante para colocá-las de volta na normalidade. Ainda segundo o iSuppli, os preços continuarão altos durante todo o ano de 2011.

A partir de agora, empresas japonesas iniciam estratégias para evitar prejuízos.

O que já começa a pesar no bolso do consumidor são chips de memória e painéis e componentes LCD. Empresas que produzem aparelhos que utilizam tais acessórios buscam tecnologia de fábricas como Toshiba e SanDisk, que precisaram diminuir o ritmo de funcionamento e então subir os preços para obter equilíbrio financeiro.

Apesar de tudo, é bastante provável que não faltem compradores e não haja grande perda de mercado mundial, afinal o poder de criação e a qualidade dos produtos japoneses ainda são levados em conta, mesmo nesses tempos de crise.